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Arquivos mensais: Março 2011

música para hoje II

Nightwish – Phantom of the Opera

 

[CHRISTINE:]
In sleep he sang to me
In dreams he came
That voice which calls to me
And speaks my name
And do I dream again
For now I find
The Phantom of the opera is there
Inside my mind

[PHANTOM:]
Sing once again with me
Our strange duet
My power over you
Grows stronger yet
And though you turn from me
To glance behind
The Phantom of the opera is there
Inside your mind

[CHRISTINE:]
Those who have seen your face
Draw back in fear
I am the mask you wear

[PHANTOM:]
It’s me they hear

[TOGETHER:]
My/your spirit and your/my voice
In one combined
The phantom of the opera is there
Inside your/my mind

He’s there the Phantom of the opera
Beware the Phantom of the opera

[PHANTOM:]
In all your fantasies
You always knew
That man and mystery

[CHRISTINE:]
Were both in you

[TOGETHER:]
And in this labyrinth
Where night is blind
The phantom of the opera is there
Inside your/my mind

[PHANTOM:]
Sing my angel of music


adoro…

 
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Publicado por em 31 de Março de 2011 em música, nightwish

 

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solidão II

 

“A solidão é muito bela, mas quando se tem perto de si alguém a quem o dizer.”

Fonte: “Cartas Literárias a uma Mulher”
Autor: Bécquer , Gustavo

A vida é um percurso árduo se o percorrermos sozinho, como o tenho feito. Já foi bem mais fácil para mim enfrentar o dia-a-dia face ao futuro sozinho. Agora custa-me mais, bem mais, talvez porque saiba que não precisava de estar sozinho, talvez porque saiba que com alguém a nosso lado é bem mais suportável e bem mais fácil. Paradoxalmente, quero alguém mas não me consigo entregar agora, tenho medo. A alma ainda está esquartejada de cicatrizes abertas que sangram dor e sofrimento. Infelizmente não há uma cura física para este ser metafísico que é a nossa alma…

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gustavo_Adolfo_B%C3%A9cquer

 
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Publicado por em 31 de Março de 2011 em alma, dor, eu, solidão

 

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amo-te

 

Eu simplesmente amo-te

Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.

Pablo Neruda, in “Cem Sonetos de Amor”

 


 
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Publicado por em 31 de Março de 2011 em amor, eu, pablo neruda

 

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vida VII

Hoje oiço esta música, hoje penso se simplesmente consigo deixar-me ir e esquecer tudo o que me impede de não ser feliz contigo, muita coisa se passou, muita coisa me faz medo, muita coisa ainda me faz mal e, por muita coisa não quero voltar a passar. Tudo me destruiu e ainda não me refiz totalmente, ainda não estou bem, ainda sangro das feridas abertas da alma… Mas o tempo passa e tudo fica melhor, como espero ficar melhor para, assim, ser capaz de ser melhor para mim e para ti…

 

Jacques Brel – Ne me quitte pas


 

Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s’oublier
Qui s’enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
À savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
À coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas (x4)

Moi je t’offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu’après ma mort
Pour couvrir ton corps
D’or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l’amour sera roi
Où l’amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas (x4)

Ne me quitte pas
Je t’inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s’embrasser
Je te raconterai
L’histoire de ce roi
Mort de n’avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas (x4)

On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l’ancien volcan
Qu’on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu’un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu’un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s’épousent-ils pas
Ne me quite pas (x4)

Ne me quite pas
Je ne veux plus pleurer
Je ne veux plus parler
Je me cacherai là
À te regarder
Danser et sourire
Et à t’écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L’ombre de ton ombre
L’ombre de ta main
L’ombre de ton chien
Ne me quitte pas (x4)


 

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espondilolistese L4L5

Recentemente fui submetido a uma intervenção cirúrgica por causa de uma espondilolistese L4L5, pensava que só colocavam uns ferrinhos para correcção da distância entre as vértebras, mas foi bem mais que isso, ficam aqui os raios x dos “ferrinhos”… Por isso é que passei alguns dias sem “postar” nada.

A cicatriz também é bem maior do que eu estava à espera…

 

http://www.herniadedisco.com.br/doencas-da-coluna/espondilolistese

http://pt.wikipedia.org/wiki/Espondilolistese

 
81 Comentários

Publicado por em 29 de Março de 2011 em espondilolistese

 

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a minha nina

sempre a descansar a meu lado, a minha nina, pelo menos faz-me companhia…

nina

 
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Publicado por em 29 de Março de 2011 em animal de estimação, companhia, nina

 

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victor molev – retratos

Espero que gostem.

http://www.victormolev.com/

http://www.victormolev.com/portrait/portrait1.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Molev

Vysotzkiy

Vysotzkiy

Venus

Venus

Snake

Snake

Mona Lisa (Water)

Mona Lisa (Water)

Mona Lisa (Ground)

Mona Lisa (Ground)

Mona Lisa (Fire)

Mona Lisa (Fire)

Mona Lisa (Air)

Mona Lisa (Air)

Freud

Freud

Freddy Mercury

Freddy Mercury

Elvis

Elvis

Einstein

Einstein

Churchill

Churchill

 
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Publicado por em 29 de Março de 2011 em arte, pintura, victor molev

 

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victor molev – óleos

Espero que gostem.

http://www.victormolev.com/

http://www.victormolev.com/oil/oil_painting1.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Molev

Artist

Feminism

Irreconcilable Opposition

Lunar Tango

Never Ending Malachite Gothic of Unconventionally Coupling Locusts

Presentiment of the Big Wave

The Big Caesarian Ghost

The big Travel

The theory of flight

 
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Publicado por em 29 de Março de 2011 em arte, pintura, victor molev

 

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Un bel dì vedremo – Madama Butterfly

Divinal…

+—————————————————–+
Un bel dì, vedremo
levarsi un fil di fumo
sull’estremo confin del mare.
E poi la nave appare.
Poi la nave bianca
entra nel porto,
romba il suo saluto.

Vedi? È venuto!
Io non gli scendo incontro. Io no.
Mi metto là sul ciglio del colle e aspetto,
e aspetto gran tempo
e non mi pesa,
la lunga attesa.

E uscito dalla folla cittadina,
un uomo, un picciol punto
s’avvia per la collina.
Chi sarà? chi sarà?
E come sarà giunto
che dirà? che dirà?
Chiamerà Butterfly dalla lontana.
Io senza dar risposta

 

“Un Bel di Vedremo”, da ópera Madame Butterfly de Giacomo Puccini, cantada por Maria Callas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Madama_Butterfly

http://pt.wikipedia.org/wiki/Giacomo_Puccini

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Callas

http://www.callas.it/

 

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vida VI

Quando a vida corre muito mal, por vezes arranjamos subterfúgios para escaparmos à nossa própria realidade. Beber é uma dessas fugas…

 

http://www.youtube.com/watch?v=KtDPQUjVTIs

música: “Un Bel di Vedremo”, da ópera Madama Butterfly de Giacomo Puccini

https://jorgemiguelcs.wordpress.com/2011/03/28/un-bel-di-vedremo-madama-butterfly/

 

http://www.thesimpsons.com/

http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Simpsons

http://www.nationmaster.com/encyclopedia/A-Star-is-Burns

 

“Don’t cry for me, I’m already dead.


 
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Publicado por em 27 de Março de 2011 em simpsons, the simpsons, vida

 

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queen

adoro… é uma obra de arte…

Queen – Bohemian Rhapsody

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality

Open your eyes
Look up to the skies and see
I’m just a poor boy
I need no sympathy

Because I’m easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn’t really matter to me, to me

Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he’s dead
Mama, life had just begun

But now I’ve gone and thrown it all away
Mama, oh
Didn’t mean to make you cry
If I’m not back again this time tomorrow

Carry on, carry on
As if nothing really matters

Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body’s aching all the time
Goodbye everybody, I’ve got to go

Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don’t want to die
I sometimes wish I’d never been born at all

I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo

Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico

But I’m just a poor boy and nobody loves me
He’s just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity

Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go

Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go

Never let me go, oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me

For me (2x)

So you think
You can stone me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die

Oh baby, can’t do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here

Oh, oh yeah, oh yeah

Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Queen

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bohemian_Rhapsody

http://www.queenonline.com/

http://www.keepqueenalive.web.pt/

 
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Publicado por em 18 de Março de 2011 em música, queen

 

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amor IV

 

Errante

 

Meu coração da cor dos rubros vinhos
Rasga a mortalha do meu peito brando
E vai fugindo, e tonto vai andando
A perder-se nas brumas dos caminhos.

Meu coração o místico profeta,
O paladino audaz da desventura,
Que sonha ser um santo e um poeta,
Vai procurar o Paço da Ventura…

Meu coração não chega lá decerto…
Não conhece o caminho nem o trilho,
Nem há memória desse sítio incerto…

Eu tecerei uns sonhos irreais…
Como essa mãe que viu partir o filho,
Como esse filho que não voltou mais!

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

 

 

A pergunta à qual preciso saber a resposta nem é que caminho deixo a minha alma errante percorrer, mas sim que caminho quer a minha alma errante percorrer? Espero saber em breve… muito em breve…

 


 
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Publicado por em 17 de Março de 2011 em alma, amor, dúvida, eu, florbela espanca, questão, resposta

 

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vida V

 

Hora que Passa

 

Vejo-me triste, abandonada e só
Bem como um cão sem dono e que o procura
Mais pobre e desprezada do que Job
A caminhar na via da amargura!

Judeu Errante que a ninguém faz dó!
Minh’alma triste, dolorida, escura,
Minh’alma sem amor é cinza, é pó,
Vaga roubada ao Mar da Desventura!

Que tragédia tão funda no meu peito!…
Quanta ilusão morrendo que esvoaça!
Quanto sonho a nascer e já desfeito!

Deus! Como é triste a hora quando morre…
O instante que foge, voa, e passa…
Fiozinho d’água triste… a vida corre…

Florbela Espanca, in “Livro de Sóror Saudade”

Sinto-me um cão abandonado que não sabe se tem dono nem sabe se o dono o procura. Um cão que apenas percorre o tempo de vida numa existência à espera que alguém o deseje ou queira e que o tome num abraço carinhoso e cheio de amor, envolto num abraço protector do resto do mundo que parece tão mau, tão negro, tão injusto, tão… assimétrico… Espero… Espero… Sonho… Sonho… E a vida vai passando, lentamente, esvaindo-se por entre os minutos infinitamente vazios e ocos desta triste existência a que alguns chamam de vida… 😦

 


 
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Publicado por em 17 de Março de 2011 em morte, mundo, poesia, sofrimento, solidão, tempo, tristeza, vida

 

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Ária às Almas

auto destruição

 

Ária às Almas

 

 

Eu venho aqui cantar para as almas,

Arranhar a lira soturna dos lamentos.

É nesta hora nefasta que a dor em mim preside,

Assim como vermes sobre a carne podre.

 

Esses espectros que semeiam minhas angústias,

Abafadas pelo silente desespero de quem busca a morte,

São a vil personificação de meus demônios.

Que me devoram a cada instante com iniqüidade.

 

Fatidicamente vilipendiado, nasci do gene dos seres sofredores.

Vítima do atavismo medonho de minha estirpe,

Sucumbi-me ao jugo da solidão perene.

 

Escutem, infaustas almas, meu canto de agonia:

Quis eu, a ventura de Endimião,

Passar a vida sob sono perpétuo…

 

 

Bruno Ribeiro

 

desânimo

 

http://www.spectrumgothic.com.br/literatura/poemas/visitantes/galeria01/aria.htm

 
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Publicado por em 16 de Março de 2011 em alma, bruno ribeiro, dor, morte, poesia, spectrumgothic, vida

 

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décima dimensão

é algo difícil de se entender… mas é fascinante…

http://imaginingthetenthdimension.blogspot.com/2008/12/arent-there-really-11-dimensions.html

acho fascinante o facto de poderem haver uma multiplicidade infinita de universos baseada nas nossas opções e nas opções dos outros…

 
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Publicado por em 16 de Março de 2011 em ciência, dimensão, física, rob bryanton, tempo

 

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