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penumbra

13 Mar

 

E aqui nesse claustro

Prisioneiro de mim mesmo

Me desfaço com o medo

Enlouqueço… Adormeço…

 


Por que tu és fogo que não arde

És paisagem fria e morta

És saudade que me invade

Destrói… Devora…

 


Não lembro quantos sorrisos

Cabiam em meu rosto

Tanto ardor! E quanto desejo!

Mas tu levaste todos…

 

 

Transpiro saudade pelos ossos

A face pálida, por vezes rubra

Denuncia a penumbra

E o sofrimento nos meus olhos…

 

 


Enxerto do poema Penumbra de Rodrigo Q.

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Publicado por em 13 de Março de 2011 em dor, eu, penumbra, poesia, rodrigo q, solidão

 

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