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Arquivos diários: 22 de Abril de 2011

dia da terra

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Terra

Hoje é o dia da terra, o dia do nosso planeta. Temos muita pouca consciência ecológica actualmente. Estamos a matar-nos a nós, a todas as espécies e esquecemos que os nossos filhos e futuros descendentes dependem das nossas acções para terem o mínimo de qualidade de vida ecológica. Temos de pensar no ar que eles vão respirar, na água que vão precisar, nos animais que eles vão precisar para comer. temos de poupar a terra, temos de reciclar, temos de deixar o mundo melhor, por menos que façamos, se cada um de nós fizer um pouco, já será uma grande ajuda…

Michael Jackson – Earth Song

What about sunrise
What about rain
What about all the things
That you said we were to gain.. .
What about killing fields
Is there a time
What about all the things
That you said was yours and mine…
Did you ever stop to notice
All the blood we’ve shed before
Did you ever stop to notice
The crying Earth the weeping shores?

Aaaaaaaaaah Aaaaaaaaaah

What have we done to the world
Look what we’ve done
What about all the peace
That you pledge your only son…
What about flowering fields
Is there a time
What about all the dreams
That you said was yours and mine…
Did you ever stop to notice
All the children dead from war
Did you ever stop to notice
The crying Earth the weeping shores

Aaaaaaaaaaah Aaaaaaaaaaah

I used to dream
I used to glance beyond the stars
Now I don’t know where we are
Although I know we’ve drifted far

Aaaaaaaaaaah Aaaaaaaaaaaah
Aaaaaaaaaaah Aaaaaaaaaaaah

Hey, what about yesterday
(What about us)
What about the seas
(What about us)
The heavens are falling down
(What about us)
I can’t even breathe
(What about us)
What about the bleeding Earth
(What about us)
Can’t we feel its wounds
(What about us)
What about nature’s worth
(ooo,ooo)
It’s our planet’s womb
(What about us)
What about animals
(What about it)
We’ve turned kingdoms to dust
(What about us)
What about elephants
(What about us)
Have we lost their trust
(What about us)
What about crying whales
(What about us)
We’re ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by creed
(What about us)
What about the common man
(What about us)
Can’t we set him free
(What about us)
What about children dying
(What about us)
Can’t you hear them cry
(What about us)
Where did we go wrong
(ooo, ooo)
Someone tell me why
(What about us)
What about babies
(What about it)
What about the days
(What about us)
What about all their joy
(What about us)
What about the man
(What about us)
What about the crying man
(What about us)
What about Abraham
(What was us)
What about death again
(ooo, ooo)
Do we give a damn

 
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Publicado por em 22 de Abril de 2011 em mundo, sociedade

 

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para pensar…

Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço». Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores,os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc… Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso.
Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada. O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas.Ninguém gostava de um engraxador.

Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu. O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu. Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing.Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.

(…) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional. O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.

Miguel Esteves Cardoso, in ‘Último Volume’

Quem de nós trabalha não pode afirmar que nunca sentiu o ambiente competitivo que se vive nas empresas. Eu conheço dois tipos de pessoas no trabalho no que concerne a “competição”. Há as pessoas que se esforçam para serem tão boas ou melhores que os outros. E depois há a escumalha, o tipo de gente que tenta subir a todo o custo, não por serem melhores mas por tentarem parecer melhores que os outros. Aqui usam a imagem, através da “graxa” tentam mostrar que são melhores que os outros e tentam denegrir a imagem dos outros, parecendo assim ainda melhores. Eu trabalho na mesma empresa desde 1999 e já percebi que esta “táctica” para se auto promoverem só resulta se o superior alvo deixar. Acho que é um dos motivos para a produtividade deste país ser tão baixa, promove-se as pessoas não pelo que valem mas pelo que parecem valer… A imagem não cria riqueza, mas sim as pessoas, para pensar…

 
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Publicado por em 22 de Abril de 2011 em mundo, sociedade

 

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Páscoa

http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa

Embora eu seja ateu, acredito que a religião tenha um papel fundamental na sociedade. Todos os anos pela Páscoa me lembro daqueles fanáticos que, por exemplo nas Filipinas, se auto-flagela em nome de um Deus em que acreditam. Para mim não passa de “masoquismo religioso”. Não entendo o que os leva a crer que o Deus em que acreditam espere deles dor e sofrimento. Não entendo porque Deus, não interessa de qual religião, devia ser um símbolo de amor e felicidade e nunca de dor e sofrimento. Qual a lógica de termos de sofrer em vida para sermos felizes na morte, eternamente? Não entendo a religião, muito menos sofrimento, dor e guerras em nome da religião…

Mesmo assim, quero aproveitar para desejar uma boa e feliz Páscoa a todos vós.

 
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Publicado por em 22 de Abril de 2011 em páscoa, religião

 

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