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Arquivos diários: 27 de Maio de 2011

desalento

Feliz daquele que no livro d’alma
Não tem folhas escritas
E nem saudade amarga, arrependida,
Nem lágrimas malditas!

Desalento – Álvares de Azevedo (fragmento)


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Publicado por em 27 de Maio de 2011 em alma, amor, Álvares de Azevedo, lágrima, poesia

 

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desânimo II

Estou agora triste. Há nesta vida
Páginas torvas que se não apagam,
Nódoas que não se lavam… se esquecê-las
De todo não é dado a quem padece…
Ao menos resta ao sonhador consolo
No imaginar dos sonhos de mancebo!

Oh! voltai uma vez! eu sofro tanto!
Meus sonhos, consolai-me! distraí-me!
Anjos das ilusões, as asas brancas
As névoas puras, que outro sol matiza.
Abri ante meus olhos que abraseiam
E lágrimas não tem que a dor do peito
Transbordem um momento…

Desânimo – Álvares de Azevedo (fragmento)

 
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Publicado por em 27 de Maio de 2011 em Álvares de Azevedo, desânimo, poesia

 

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eu X

Hoje o desânimo tomou conta de mim, deixei que esta melancolia me invadisse a alma, que me matasse mais um bocado. É daqueles dias em que nem lutar para viver consigo. Daqueles dias em que a minha mente não me entende nem a mim nem a ninguém. Daqueles dias em que preferia não existir ou simplesmente não ter sentimentos, estes sentimentos que me destroem. Perguntas inundam e ecoam na minha cabeça, perguntas cujas respostas que a vida me deu não entendo, muito menos aceito. Hoje viver é existir, é quase uma espera lenta, penosa e dolorosa até ao dia da morte. Amanhã? Não sei… logo se vê… logo se vê…

 
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Publicado por em 27 de Maio de 2011 em alma, desânimo, eu

 

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