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Arquivos diários: 18 de Junho de 2011

veneno da alma

“Sinto-me agora diferente. É como se a doçura que captei em ti, se transformasse num veneno que mata lentamente. Oiço chamar ao longe. Encontro-te e perco-te outra vez. Num ano aconteceu tanta coisa que não me reconheço quando me olho ao espelho, a procurar uma calma que não chega. Em sonhos procuro-te de novo, ao ver-te não te vejo nem te alcanço. Acordo exausta e sozinha, viro-me na cama à procura de um momento de paz.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, daniel sampaio

 

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dor II

 

“Sinto no peito a dor de um enorme esforço para viver.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em daniel sampaio, dor, vida

 

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morte IV

“Estou demasiado cego e mudo para morrer, demasiado morto para enfrentar a morte. Sou eu a dor, a causa da existência, o ruído do coração a perder-se no meu peito. Mesmo que não possa sair desta imensidão, a memória não se há-de apagar. Morto já devo estar, porque não consigo fazer com que acreditem que escolhi o meu trilho final.
Violento é o meu acordar.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, daniel sampaio, morte

 

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morte II

“Tudo em mim é dúvida e morte.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, daniel sampaio, dúvida, morte

 

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grito III

É bem verdade, por mais que fale, por mais que grite, parece que ninguém ouve e a minha realidade permanece imutável no tempo, até que deixe de falar, até que deixe de me importar com a realidade que não muda, que simplesmente permanece sempre igual, indiferente à minha presença…

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em grito, mundo, tempo, vida

 

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amor XIX

“Necessito de alguém que me ame sem condições, um ombro seguro onde possa encostar a minha cabeça louca e perdida, um colo para me sentar a contar os meus sonhos, uma mão que me ampare e cure as feridas.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, amor, daniel sampaio

 

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mundo VII

Talvez o mundo não seja tão negro como o vejo

Talvez a escuridão esteja dentro de mim

Talvez esteja na minha alma

E a projecta na minha visão do mundo

Escurecendo, distorcendo a realidade aos meus olhos

Talvez a escuridão que vejo seja o reflexo da minha alma

 
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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, mundo

 

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