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morte IV

18 Jun

“Estou demasiado cego e mudo para morrer, demasiado morto para enfrentar a morte. Sou eu a dor, a causa da existência, o ruído do coração a perder-se no meu peito. Mesmo que não possa sair desta imensidão, a memória não se há-de apagar. Morto já devo estar, porque não consigo fazer com que acreditem que escolhi o meu trilho final.
Violento é o meu acordar.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

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Publicado por em 18 de Junho de 2011 em alma, daniel sampaio, morte

 

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