RSS

Arquivos mensais: Julho 2011

depressão III

Terapias cognitivo-comportamentais da depressão, Ângela da Costa Maia, Universidade do Minho.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 31 de Julho de 2011 em depressão

 

Etiquetas:

eu XXIV

“Longe de ti
Já não posso viver assim
O vazio que há em mim
Sinto que estou perto, do fim

Império dos sentados – Longe de ti

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 31 de Julho de 2011 em alma, amor, eu, morte

 

Etiquetas: , , ,

eu XXIII

“A tristeza do olhar
A dor dentro de mim
A vontade de chorar
Ninguém sofre assim

Império dos sentados – Longe de ti

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 31 de Julho de 2011 em dor, lágrima, tristeza

 

Etiquetas: , ,

alma III

A Alma Dominada pela Solidão

Se protegerdes com demasiada devoção o “jardin secret” da tua alma, ele pode facilmente começar a florescer de um modo excessivamente luxuriante, transbordar para além do espaço que lhe estava reservado e tomar mesmo pouco a pouco posse da tua alma de domínios que não estavam destinados a permanecer secretos. E é possível que toda a tua alma acabe por se tornar um jardim bem fechado, e que no meio de todas as suas flores e dos seus perfumes ela sucumba à sua solidão. 

Arthur Schnitzler, in ‘Relações e Solidão’

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 31 de Julho de 2011 em alma, solidão

 

Etiquetas: ,

tempo VII

Ninguém de vós nunca sentiu que o mundo todo tem tempo para o resto do mundo menos para vós? Eu sinto isso, sinto até que, se deus existe, também não tem tempo para mim…

A minha casa é o canil aonde me abandonei… Porém sou livre de sair do canil, mas não uso essa liberdade…

 
2 Comentários

Publicado por em 31 de Julho de 2011 em eu, solidão

 

Etiquetas: ,

futuro III

Quando poderei dizer e sentir as palavras da letra da música? Espero que num futuro muito próximo…

Johnny Nash – I Can See Clearly Now

I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day.
I think I can make it now, the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is the rainbow I’ve been prayin’ for
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day.
Look all around, there’s nothin’ but blue skies
Look straight ahead, nothin’ but blue skies
I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day. (x3)
 
1 Comentário

Publicado por em 30 de Julho de 2011 em felicidade, futuro, Johnny Nash, música

 

Etiquetas: , , ,

esperança

Sem Medo nem Esperança

Li no nosso Hecatão que pôr termo aos desejos é proveitoso como remédio aos nossos temores. Diz ele: «deixarás de ter medo quando deixares de ter esperança». Perguntarás tu como é possível conciliar duas coisas tão diversas. Mas é assim mesmo, amigo Lucílio: embora pareçam dissociadas, elas estão interligadas. Assim como uma mesma cadeia acorrenta o guarda e o prisioneiro, assim aquelas, embora parecendo dissemelhantes, caminham lado a lado: à esperança segue-se sempre o medo. Nem é de admirar que assim seja: ambos caracterizam um espírito hesitante, preocupado na expectativa do futuro. A causa principal de ambos é que não nos ligamos ao momento presente antes dirigimos o nosso pensamento para um momento distante e assim é que a capacidade de prever, o melhor bem da condição humana, se vem a transformar num mal. As feras fogem aos perigos que vêem mas assim que fugiram recobram a segurança. Nós tanto nos torturamos com o futuro como com o passado. Muitos dos nossos bens acabam por ser nocivos: a memória reactualiza a tortura do medo, a previsão antecipa-a; apenas com o presente ninguém pode ser infeliz!

Séneca, in ‘Cartas a Lucílio’

A esperança é acreditar que algo irá acontecer, apesar das probabilidades, sejam elas quais forem. A esperança implica tempo, durante o qual temos de ser perseverantes, ou teimosos, como lhes queiram chamar. Quando temos esperança, nada é impossível, acreditámos simplesmente que vai acontecer. A resposta a que estou a tentar chegar é se esperança é algo de bom ou mau para nós. Termos esperança em algo que nunca venha a acontecer, apesar de toda a luta que travámos, pode ter efeitos devastadores no nosso ser mas, por outro lado, se acontecer é algo maravilhoso e recompensador, faz-nos sentir tão bem. Para as pessoas que tem por tendência ter esperança e lutar por algo, só o facto de desistirem já é uma derrota, algo que não suportam. Aqueles que simplesmente não lutam, não se pode dizer que desistiram porque ou querem ali, naquele tempo e naquele espaço, ou já não querem, não é uma desistência, é uma transição. Quem tem mais hipótese de sofrer? Obviamente aquele que tem esperança mas, por outro lado, se atingirem o objectivo são bem mais felizes, tem uma sensação de realização bem maior do que os outros, os que não esperança. Penso que tudo se resume a uma questão: o quanto eu quero algo e, se estou disposto a lutar, a acreditar a esperar por esse algo, o quanto quero esse algo incluído no meu futuro. O sofrimento inerente à esperança é o medo do futuro, de não acontecer, de não ser conforme os nossos desejos. Apesar de tudo, não me arrependo de ser assim, de ter esperança, por mais doloroso que possa vir a ser e, muito menos, nunca me arrependi de ter lutado por um objectivo, independentemente de o ter atingido ou não. nunca é tempo perdido, conforme a opinião dos que não lutam. O meu objectivo é, meramente, ser feliz, o que se revela quase impossível :(.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 30 de Julho de 2011 em esperança, felicidade, seneca, tempo, vida

 

Etiquetas: , , , ,

 
%d bloggers like this: