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Arquivos diários: 9 de Julho de 2011

dor IV

“Agora, neste momento em que olho o rio e estou só, sinto de novo o vento, uma espécia de delírio de sentir toma conta do meu corpo, sou eu a dor, tantas vezes sinto que sou eu a dor e que o ruído do coração se perde no meu peito, a morte é o abismo e ao mesmo tempo o paraíso.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

Lonely River by kk 94

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em alma, daniel sampaio, dor, morte, sofrimento, solidão

 

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vida XXVI

“Que forças estranhas me prolongam na paisagem e me mantêm vivo se, como já te disse, a morte é a minha vida?”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em amor, daniel sampaio, morte, vida

 

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(in)felicidade

Em que momento perdi a felicidade da minha infância? Quando comecei a deixar-me invadir por este sabor a morte, quando passei a querer destruir este corpo que não me deixa alcançar a paz?

Daniel Sampaio – Lições do abismo

SAD STORY by JTphoto

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em daniel sampaio, felicidade, morte, vida

 

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amor XXVII

Quantas vezes desejei que não fossemos eu e tu, apenas que fossemos nós… dois corpos e uma alma…

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em alma, amor

 

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vida XXV

“Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver.”

Jean de La Bruyère

o tempo passa sem esperar por nós... não o temos eternamente

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em Homem, morte, tempo, vida

 

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distância III

“Ter-te perdido será real, se te tenho sempre a meu lado, embora não te possa tocar?”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em amor, daniel sampaio, distância

 

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amor XXVI

“Estavas perto e longe ao mesmo tempo, num dia quase prometias a lua, no outro tinhas pressa.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em amor, daniel sampaio, distância, lua

 

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saudade III

I… wish you were here…

Pink Floyd – Wish you were Here

So, so you think you can tell 
Heaven from Hell, 
Blue skys from pain. 
Can you tell a green field 
From a cold steel rail? 
A smile from a veil? 
Do you think you can tell? 

And did they get you to trade 
Your heros for ghosts? 
Hot ashes for trees? 
Hot air for a cool breeze? 
Cold comfort for change? 
And did you exchange 
A walk on part in the war 
For a lead role in a cage? 

How I wish, how I wish you were here. 
We’re just two lost souls 
Swimming in a fish bowl, 
Year after year, 
Running over the same old ground. 
What have we found? 
The same old fears. 
Wish you were here. 

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em alma, amor, música, pink floyd, saudade

 

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vida XXIV

A vida não é tão complicada como a vemos e fazemos, nós introduzimos incessantemente variáveis desnecessárias à equação da vida, o que a torna bem mais complexa… Perdemos a noção com a complexidade que nós próprios adicionamos… à vida.

 

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em vida

 

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vida XXIII

É estranho eu ter noção que não deveria sentir o que sinto e, mesmo assim, ser inundado por estas emoções constantemente. Como, tendo eu noção que não as deveria sentir, as sinto? Como, se luto incessantemente contra estas emoções? É nisto que baseio a minha loucura, nestas emoções injustificadas. Injustificadas porque sempre achei que se aceitasse tudo, teria  paz e deixaria de sentir todo este turbilhão de emoções e sentimentos, por vezes contraditórios entre si. A verdade é que não, continuo a senti-las vivamente na minha alma. Pensei que as feridas de tornassem cicatrizes, mas ainda sangram, sem eu vislumbrar uma cura. Os fantasmas estão tão presentes e vivos como se tudo acontecesse ontem. Odeio-me por não derrotar estes fantasmas, por não neutralizar estes sentimentos, por não conseguir viver, por não ter um brilho de esperança nos olhos que, por vezes, ainda derramam lágrimas de angústia. Odeio-me por ser incapaz de imaginar um futuro diferente daquele que sonhei (contigo). Odeio-me por não ter força, por estar fraco, por tudo, pela minha vida que não é um sonho mas um pesadelo, que não é um paraíso mas um inferno psicológico constante e sem fim. Por mais que tente, não me liberto, permaneço, apenas estou, aonde não quero e como não quero…

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2011 em alma, amor, loucura, vida

 

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