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Arquivos diários: 24 de Agosto de 2011

alma XXXIX

“A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada.”

Jean Jacques Rousseau

As dores da alma são bem mais profundas, quando prolongadas destroem a alma e levam o corpo de arrasto para aquela armadilha de solidão e sofrimento do qual às vezes se torna impossível escapar…

 
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Publicado por em 24 de Agosto de 2011 em alma, Jean Jacques Rousseau, tempo, tristeza

 

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tempo VIII

“Sobre as asas do tempo, a tristeza vai-se embora.”

Jean de La Fontaine

Está difícil de ser verdade, mas espero que o tempo leve toda esta tristeza que ainda está no meu ser…

 
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Publicado por em 24 de Agosto de 2011 em jean de la fontaine, tempo, tristeza, vida

 

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destino III

O nosso destino é condicionado pelas nossas acções e escolhas, pelas acções e escolhas dos outros e por acontecimentos ocasionais que influenciam as nossas acções e escolhas assim como de outros. Não quero discutir se são aleatórios e ocasionais os factos e acontecimentos que mudam o curso das nossas vidas, este assunto dava para um livro… Quero é tentar dizer que a nossa vida é o somatório de todos os momentos passados, com todas as causas que implicam ou não o nosso futuro, todos esses momentos influenciam o nosso modo de ser, pelo que, se não directamente, influenciam indirectamente nas nossas acções e opções. É verdade que construímos o nosso futuro a cada momento, mas esse futuro pode ser ou não o desejado porque o futuro que queremos pode depender de escolha ou acção de outro ou outros. A nossa condição social choca com a nossa condição individual. O ser individual pode desejar um futuro que ao depender de outros choca com o seu próprio ser social, que o impede de concretizar esse futuro pois está dependente de outros seres sociais. Se o desejo de ser individual desses outros seres sociais não forem ao encontro do nosso desejo, lá se vai o futuro desejado. Viver, para alguns, é muito complicado. Se fosse fácil alterarmos os nossos desejos para o futuro seria bem mais simples… Apesar de tudo a vida é uma dádiva, que só recebemos uma vez, por isso é preciso tentar aproveitá-la ao máximo. Mais uma vez, preciso escutar as minhas próprias palavras e fazer um futuro… Aprendi que não posso fazer planos, há infinitas hipóteses aleatórias que podem destruir um sonho, o sonho de uma vida… Não há nada que possamos fazer para adivinhar, prever e prevenir que essas hipóteses aconteçam, resta viver com isso…

Resta uma questão, se todos os acontecimentos forem aleatórios e ocasionais, implica que não temos um futuro predestinado a cumprir? Para pensar, para raciocinar…

 
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Publicado por em 24 de Agosto de 2011 em desejo, destino, futuro, vida

 

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