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vida XXXVI

02 Set

Eu sempre disse que a vida é o que fazemos dela, mas a realidade é que a nossa vontade não é a única variante da equação da vida. Há a vontade dos outros e o que esses nos deixam fazer. Nesta fórmula a vida é o que fazemos dela menos o que os outros nos permitem fazer. É a constante dualidade entre ser individual e ser social. Por vezes gastamos quantidades absurdas de tempo e energia a fugir ao certo, a fazer o errado quando numa fracção de tempo e energia poderíamos mudar o curso das nossas vidas, fazer o que está certo, viver em pleno. A fuga do caminho certo é a energia e o tempo mais mal gastos das nossas vidas. Lutar é um gasto de energia que só tem lógica quando o fazemos pelo que está certo, pelo que nos pode fazer felizes, pelo que nos pode proporcionar felicidade nesta vida, qualquer outro tipo de luta é um gasto de energia e tempo que não faz o mínimo sentido. O tempo um dia acaba para nós, por isso cada instante devia ser um momento de felicidade, de realização pessoal. A melhor expressão para isto é “CARPE DIEM”…

ainda sem energia para viver, quanto mais para lutar...

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2 Comentários

Publicado por em 2 de Setembro de 2011 em felicidade, tempo, vida

 

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2 responses to “vida XXXVI

  1. Sél

    3 de Setembro de 2011 at 0:10

    Olá Miguel
    Gostei do texto…apesar de ser uma conclusão que invariavelmente chegamos a um certo tempo de nossas vidas, de que nem sempre teoria na prática é “possivel” rsrs

    Como bem escreveu: “O tempo um dia acaba para nós, por isso cada instante DEVIA ser um momento de felicidade, de realização pessoal.”
    …ou mais essa retirada do seu texto: “É a constante dualidade entre ser individual e ser social.”

    Querer nem sempre é poder…mas vale a pena todas as tentativas ^^

    Abraços, e bom fim de semana.
    Seu blog é muito interessante, tem belas postagens; nem sempre é possivel que eu visite a todos os blogs que sigo por absoluta falta de tempo mesmo, mas alguns me chamam mais a atenção e quando posso é onde vou…ou venho ^^

    Abraços

     
    • jorgemiguelcs

      3 de Setembro de 2011 at 20:19

      Olá Sél
      Creio que cheguei tarde na minha vida a esta conclusão, a que chegamos num ponto da nossa vida. Tentei durante muito tempo acreditar na possibilidade do impossível, mas já não consigo. Não quero com isso deixar de acreditar que algo seja impossível, mas prefiro olhar por outro prisma, não na impossibilidade mas sim na qualidade de inverosímil. A dualidade entre o ser social e o ser individual também se dá a este nível. O ser individual consegue acreditar que é possível, que é capaz, o ser social, por outro lado, impõe os limites, traça as fronteiras do que a sociedade (ou alguém) lhe permite alcançar. Pelo menos, eu funciono assim e penso que não deve ser muito diferente em todos os seres. Concordo, agora, que querer, nem sempre, é poder. Resta viver conformado com o possível ou mudar de “objectivo”, o que para mim é extremamente difícil, quando quero, quero mesmo…

      Bom fim de semana Sél
      Volta sempre que quiseres.
      Abraços.

       

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