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Arquivos mensais: Março 2012

palavras #5

Das mais lindas palavras que alguém pode ouvir…

LeAnn Rimes – How Do I Live

How do I,
Get through one night without you?
If I had to live without you,
What kind of life would that be?
Oh, I…
I need you in my arms, need you to hold,
You’re my world, my heart, my soul,
If you ever leave,
Baby you would take away everything good in my life,
And tell me now
How do I live without you?
I want to know,
How do I breathe without you?
If you ever go,
How do I ever, ever survive?
How do I, how do I, oh how do I live?
Without you,
There’d be no sun in my sky,
There would be no love in my life,
There’d be no world left for me.
And I,
Baby I don’t know what I would do,
I’d be lost if I lost you,
If you ever leave,
Baby you would take away everything real in my life,
And tell me now,
How do I live without you?
I want to know,
How do I breathe without you?
If you ever go,
How do I ever, ever survive?
How do I, how do I, oh how do I live?
Please tell me baby,
How do I go on?
If you ever leave,
Baby you would take away everything,
I need you with me,
Baby don’t you know that you’re everything,
Good in my life?
And tell me now,
How do I live without you,
I want to know,
How do I breathe without you?
If you ever go,
How do I ever, ever survive?
How do I, how do I, oh how do I live?
How do I live without you?
How do I live without you baby?
 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em amor, música, vida

 

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olhar #2

E os meus olhos serenos, enigmáticos
Meninos que na estrada andam perdidos,
Dolorosos, tristíssimos, extáticos,
São letras de poemas nunca lidos…

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, olhos, tristeza

 

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amor, sonho e vida

Só há uma condição que pode fazer com que sintamos que a realidade da vida seja mais bonita que o mais lindo dos sonhos, essa condição é o amor…

.

 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, sonho, vida

 

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paz

“A paz não significa estar num lugar onde não há nenhuma confusão, barulho, ou trabalho árduo. Significa estar no meio de todas essas coisas e ainda assim ter o coração calmo.”

É o meu próximo passo, a paz interior. Consigo sentir guerra dentro de mim ainda que envolto em paz exterior. Todo este passado me rouba a paz que tanto tenho desejado.

 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, eu, paz

 

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(in)felicidade #3

Desejava ser possível

juntar toda esta tristeza

pintá-la numa tela

contá-la num conto

cantá-la numa melodia

escrevê-la numa prosa

rimá-la numa poesia

chorá-la numa lágrima

dissolvê-la no mar

e, que ela simplesmente

passasse…

 
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Publicado por em 20 de Março de 2012 em dor, eu, lágrima, sofrimento, tristeza

 

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dia do pai :(

Hoje é dia do pai… Dia que me deixa duplamente infeliz. Por um lado o desgosto de ter tido um pai que só o foi de nome, de resto, nunca foi verdadeiramente meu pai, muito pelo contrário… eu nunca faria o que ele me fez a ninguém, muito menos a um filho. Por outro lado, o desgosto de não ter filhos, algo que evito desejar mas que me massacra a mente todos os dias. O dia já se adivinhava infeliz e desgostoso, não precisava do bónus que tive, ter de rever quem mais me feriu nesta vida, alguém que desejei para fazer feliz, para ser a mãe dos meus filhos e que, tal como o meu pai, me deixou nesta estrada da vida ferido e a sangrar da alma, quase morto e a desejar um abraço gélido e eterno da morte. Está difícil de aguentar este dia, a cada lágrima que cai, um passo para essa intemporal morte que teima em não me abraçar, que teima em não me receber de braços abertos. Tento sobreviver mas cada vez aguento menos estes dias de angústia em que tenho de “fingir” que está tudo bem, custou-me tanto trabalhar com isto na mente hoje… Mas a vida vai continuando castigada por estes castigos contínuos que me fazem sangrar da alma, que reabrem todas as feridas passadas que ainda não cicatrizaram. Resta-me deitar e encostar a cabeça, tentar descansar a mente de todos estes fantasmas e tentar adormecer com estas lágrimas todas a fugir dos olhos já sem brilho pela vida, por estes olhos mortos e inertes que reflectem uma alma tão… tão… sei lá…

 
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Publicado por em 19 de Março de 2012 em amor, desgosto, dor, eu, lágrima, morte, sofrimento

 

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um ano…

Faz hoje um ano que fui submetido a intervenção cirúrgica para correcção da espondilolistese, foi doloroso mas valeu a pena, sinto-me bem melhor…

 
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Publicado por em 18 de Março de 2012 em espondilolistese

 

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sofrimento #3

Essas Coisas

«Você não está mais na idade
de sofrer por essas coisas.»

Há então a idade de sofrer
e a de não sofrer mais
por essas, essas coisas?

As coisas só deviam acontecer
para fazer sofrer
na idade própria de sofrer?

Ou não se devia sofrer
pelas coisas que causam sofrimento
pois vieram fora de hora, e a hora é calma?

E se não estou mais na idade de sofrer
é porque estou morto, e morto
é a idade de não sentir as coisas, essas coisas?

Carlos Drummond de Andrade, in ‘As Impurezas do Branco’

Em qualquer idade há a possibilidade de felicidade como de sofrimento. Não há uma idade para se ser feliz assim como não há uma idade para se sofrer. Talvez possamos viver os sofrimentos e dores de modo diferente quando formos mais velhos, mas o que nos faz sofrer quando somos novos também nos fará sofrer quando formos idosos. Não há idade para o sofrimento, se a causa existir haverá a dor…

 
 

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Dilema… #2

Que vida é esta que eu tenho vivido? Tudo o meu passado me levou a este dilema em que me encontro, o dilema de ter medo daquilo que mais desejo. Desejo e medo de amar ao mesmo tempo. Desejo de amar e de ser amado e medo de tentar amar e ser amado. Desejo de viver com medo de viver novamente tudo o que me magoou e que ainda me dói… Dilema em me sentir encurralado entre este dedejo e este medo que me impede de realizar ou tentar realizar este desejo. Estranha forma de existência, parado no tempo, parado no espaço, parao na vida. Não sei mesmo o que fazer, nem como o fazer. Amar é uma entrega total, um salto sem rede aonde não existe espaço para o medo, é sempre um risco. Com medo não consigo nem sou capaz desta entrega total. E, amando, não me posso proteger por ter medo, pois amar é proteger sempre alguém, não é nunca protegermo-nos. Tento encontrar respostas dentro de mim, soluções mas não, não as encontro, apenas encontro razões, que não passam de desculpas, para não tentar nada, para não voltar a querer tudo o que basicamente desejo. E é neste dilema que vivo, que percorro os caminhos da existência, em que me refugio no trabalho e em casa, mas, não é solução. Todo este impasse me corrói a alma, provoca-me estes conflitos internos e crises existenciais. Apenas uma questão me perturba, como vencer este medo, esta fobia que me retrai? Só o vencendo poderei vencer, ou tentar aquilo que tanto desejo, mas que evito desejar. Como????

Imagem

percorro o tempo da vida neste dilema com medo daquilo que mais desejo...

 
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Publicado por em 14 de Março de 2012 em vida

 

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Só o Presente é Verdadeiro e Real

Só o Presente é Verdadeiro e Real

Um ponto importante da sabedoria de vida consiste na proporção correcta com a qual dedicamos a nossa atenção em parte ao presente, em parte ao futuro, para que um não estrague o outro. Muitos vivem em demasia no presente: são os levianos; outros vivem em demasia no futuro: são os medrosos e os preocupados. É raro alguém manter com exactidão a justa medida. Aqueles que, por intermédio de esforços e esperanças, vivem apenas no futuro e olham sempre para a frente, indo impacientes ao encontro das coisas que hão-de vir, como se estas fossem portadoras da felicidade verdadeira, deixando entrementes de observar e desfrutar o presente, são, apesar dos seus ares petualentes, comparáveis àqueles asnos da Itália, cujos passos são apressados por um feixe de feno que, preso por um bastão, pende diante da sua cabeça. Desse modo, os asnos vêem sempre o feixe de feno bem próximo, diante de si, e esperam sempre alcançá-lo. Tais indivíduos enganam-se a si mesmos em relação a toda a sua existência, na medida em que vivem ad interim[interinamente], até morrer. Portanto, em vez de estarmos sempre e exclusivamente ocupados com planos e cuidados para o futuro, ou de nos entregarmos à nostalgia do passado, nunca nos deveríamos esquecer de que só o presente é real e certo; o futuro, ao contrário, apresenta-se quase sempre diverso daquilo que pensávamos. O passado também era diferente, de modo que, no todo, ambos têm menor importância do que parecem. Pois a distãncia, que diminui os objectos para o olho, engandece-os para o pensamento. Só o presente é verdadeiro e real; ele é o tempo realmente preenchido e é nele que repousa exclusivamente a nossa existência. Dessa forma, deveríamos sempre dedicar-lhe uma acolhida jovial e fruir com consciência cada hora suportável e livre de contrariedades ou dores, ou seja, não a turvar com feições carrancudas acerca de esperanças malogradas no passado ou com ansiedades pelo futuro. Pois é inteiramente insensato repelir uma boa hora presente, ou estragá-la de propósito, por conta de desgostos do passado ou ansiedades em relação ao porvir.

Arthur Schopenhauer, in ‘Aforismos para a Sabedoria de Vida’

VIVER É MAIS DIFÍCIL DO QUE PARECE? O PASSADO JÁ FOI, O FUTURO É UMA INCÓGNITA E, O PRESENTE É PARA AGIRMOS… FAZERMOS… VIVERMOS… CONSTRUIRMOS…

 
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Publicado por em 11 de Março de 2012 em Arthur Schopenhauer, tempo, vida

 

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vida #64

Breve Explicação do Sentido da Vida

Como exprimir em duas linhas o que venho tentando explicar já não sei em quantos livros? A vida é um valor desconcertante pelo contraste entre o prodígio que é e a sua nula significação. Toda a «filosofia da vida» tem de aspirar à mútua integração destes contrários. Com uma transcendência divina, a integração era fácil. Mas mais difícil do que o absurdo em que nos movemos seria justamente essa transcendência. Há várias formas de resolver tal absurdo, sendo a mais fácil precisamente a mais estúpida, que é a de ignorá-lo. Mas se é a vida que ao fim e ao cabo resolve todos os problemas insolúveis – às vezes ou normalmente, pelo seu abandono – nós podemos dar uma ajuda. Ora uma ajuda eficaz é enfrentá-lo e debatê-lo até o gastar… Porque tudo se gasta: a música mais bela ou a dor mais profunda. Que pode ficar-nos para já de um desgaste que promovemos e ainda não operamos? Não vejo que possa ser outra coisa além da aceitação, não em plenitude – que a não há ainda – mas em resignação. Filosofia da velhice, dir-se-á. Com a diferença, porém, de que a velhice quer repouso e nós ainda nos movemos bastante.

Vergílio Ferreira, in “Um Escritor Apresenta-se”

A mim parece-me, na minha singela opinião, que morremos sem entendermos a razão de termos nascido… cessamos de existir sem entender a própria existência…

 
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Publicado por em 7 de Março de 2012 em Vergílio Ferreira, vida

 

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abraça-me…

Abraça-me

Abraça-me. Quero ouvir o vento que vem da tua pele, e ver o sol nascer do intenso calor dos nossos corpos. Quando me perfumo assim, em ti, nada existe a não ser este relâmpago feliz, esta maçã azul que foi colhida na palidez de todos os caminhos, e que ambos mordemos para provar o sabor que tem a carne incandescente das estrelas. Abraça-me. Veste o meu corpo de ti, para que em ti eu possa buscar o sentido dos sentidos, o sentido da vida. Procura-me com os teus antigos braços de criança, para desamarrar em mim a eternidade, essa soma formidável de todos os momentos livres que a um e a outro pertenceram. Abraça-me. Quero morrer de ti em mim, espantado de amor. Dá-me a beber, antes, a água dos teus beijos, para que possa levá-la comigo e oferecê-la aos astros pequeninos. 
Só essa água fará reconhecer o mais profundo, o mais intenso amor do universo, e eu quero que delem fiquem a saber até as estrelas mais antigas e brilhantes. 
Abraça-me. Uma vez só. Uma vez mais. 
Uma vez que nem sei se tu existes. 

Joaquim Pessoa, in ‘Ano Comum’ 

 
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Publicado por em 7 de Março de 2012 em amor, Joaquim Pessoa

 

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vida #63

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When I was young
It seemed that life was so wonderful
A miracle, oh it was beautiful, magical
And all the birds in the trees
Well they’d be singing so happily
Oh joyfully, oh playfully watching me
.
.
.
.
.
.
.
But then they sent me away
To teach me how to be sensible
Logical, oh responsible, practical
And they showed me a world
Where I could be so dependable
Oh clinical, oh intellectual, cynical
.
.
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Publicado por em 6 de Março de 2012 em vida

 

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auto identidade

There are times when all the world’s asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am
.

Supertramp – The logical song

 
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Publicado por em 6 de Março de 2012 em eu, questão

 

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please tell me who i am…

Supertramp – The logical song

When I was young
It seemed that life was so wonderful
A miracle, oh it was beautiful, magical
And all the birds in the trees
Well they’d be singing so happily
Oh joyfully, oh playfully watching me
But then they sent me away
To teach me how to be sensible
Logical, oh responsible, practical
And they showed me a world
Where I could be so dependable
Oh clinical, oh intellectual, cynical
There are times when all the world’s asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am
Now watch what you say
Or they’ll be calling you a radical
A liberal, oh fanatical, criminal
Oh won’t you sign up your name
We’d like to feel you’re
Acceptable, respectable, oh presentable, a vegetable
At night when all the world’s asleep
The questions run soo deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am, who I am, who I am, who I am
 
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Publicado por em 6 de Março de 2012 em música, supertramp

 

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