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Arquivo da Categoria: escrita

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

 O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

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Publicado por em 22 de Agosto de 2012 em amor, escrita

 

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estou de volta…

Bem, voltei à escrita no meu blog, não porque esteja melhor mas porque por vezes apetece-me despejar a alma nem que seja em palavras. Infelizmente, da alma, não estou melhor, muito pelo contrário, estou bem pior… É preciso ter paciência, são processos lentos e penosos, mas é preciso percorrer todas estas etapas para a cura mental.

 
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Publicado por em 11 de Outubro de 2011 em alma, escrita, eu

 

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Valter Hugo Mãe – O Filho de Mil Homens

“O homem que era só metade

Um homem chegou aos quarenta anos e assumiu a tristeza de não ter um filho. Chamava-se Crisóstomo.

Estava sozinho, os seus amores haviam falhado e sentia que tudo lhe faltava pela metade, como se tivesse apenas metade dos olhos, metade do peito e metade das pernas, metade da casa e dos talheres, metade dos dias, metade das palavras para se explicar às pessoas.

Via-se metade ao espelho e achava tudo demasiado breve, precipitado, como se as coisas lhe fugissem, a esconderem- se para evitar a sua companhia. Via-se metade ao espelho porque se via sem mais ninguém, carregado de ausências e de silêncios como os precipícios ou poços fundos. Para dentro do homem era um sem fim, e pouco ou nada do que continha lhe servia de felicidade.

Para dentro do homem o homem caía.”

Tenho de ler este livro, parece que sou o Crisóstomo. Pelo menos entendo o sentir as metades…

http://www.valterhugomae.com/livros/o-filho-de-mil-homens/

Podem ler o primeiro capítulo completo aqui.

 
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Publicado por em 20 de Setembro de 2011 em escrita, Valter Hugo Mãe

 

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lições do abismo IV

Acabei ontem de ler o Lições do abismo de Daniel Sampaio. Nada do que passou comigo tem semelhança ao descrito no livro, apenas tem em comum o amor, as histórias são muito diferentes. O que interessa não é a história ser semelhante, mas a base e as emoções e consequências que daí resultam, menos a fuga de casa. É verdadeiramente espantoso as emoções similares, os sentimentos, a vontade de autodestruição, o desespero, a solidão, as dores, a loucura, o afastamento de quase tudo, o desejo de morte que vi descritos naquele livro. Houve um factor do qual nunca me dei conta como devia, o sofrimento colateral que, inconscientemente causamos a pessoas que nos amam e que connosco convivem. Adorei ler este livro, perceber que, afinal, não sou tão louco quanto pensei ser, é apenas uma resposta da nossa mente a situações deste género. Fiquei com pena de já ter acabado este livro, estou a pensar comprar, do mesmo autor, o “Tudo o que temos cá dentro”.

 
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Publicado por em 11 de Julho de 2011 em daniel sampaio, escrita

 

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escrita…

“Escrevemos porque ninguém nos ouve.”

Georges Perros

escrever...

Escrevemos para:

desobstruir a mente,

aliviar as dores da alma,

alguém nos ouvir,

tirar o peso de cima de nós,

comunicar,

interagir…

 
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Publicado por em 5 de Julho de 2011 em escrita

 

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