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Arquivo da Categoria: espondilolistese

um ano…

Faz hoje um ano que fui submetido a intervenção cirúrgica para correcção da espondilolistese, foi doloroso mas valeu a pena, sinto-me bem melhor…

 
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Publicado por em 18 de Março de 2012 em espondilolistese

 

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ainda não é desta…

Ainda não é desta que vou trabalhar… Mais um mês ou dois em casa, já estou a ficar farto… Pelo menos já vou começar a andar sem a cinta, só a vou usar durante meio dia, Estes são os últimos raios x que fiz.

 
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Publicado por em 17 de Agosto de 2011 em espondilolistese, eu

 

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consulta de ortopedia

Esta semana é para consultas, amanhã de ortopedia e sexta com a fisioterapeuta. Com um bocado de sorte amanhã deixo de usar a cinta (lombostato). Quanto a voltar ao trabalho, não sei se é para já mas espero que sim, já tenho saudades de trabalhar. Já estou em casa desde Dezembro, qualquer dia já nem me lembro do caminho para a empresa. O mais certo é ainda precisar de um tempo para me habituar sem a cinta antes de voltar ao activo. Bem, o que tiver de ser, será…

 
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Publicado por em 16 de Agosto de 2011 em espondilolistese, eu

 

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contractura muscular

Ando mesmo numa maré de azar, agora foi uma contractura muscular na zona lombar, como tenho os músculos atrofiados ainda, qualquer esforço maior acontece-me isto… Em princípio, mais um mês de baixa e vou trabalhar outra vez.

Contractura muscular

CAUSAS

Em condições normais, os músculos nunca se encontram num total estado de relaxamento, pois são submetidos a uma determinada tensão interna, ou tónus muscular, indispensável para que todo o corpo e cada um dos vários segmentos corporais mantenham sempre o equilíbrio.

As contracturas são provocadas pelo aumento persistente do tónus muscular a níveis superiores ao normal, fazendo com que o músculo ou músculos afectados fiquem sob tensão, com dor à pressão e ao toque e dificultem ou impeçam o movimento do segmento corporal onde se encontram ou cujo movimento depende deles.

Existem inúmeras causas que provocam o aparecimento de contracturas, podendo em muitos casos actuar em conjunto. Uma das mais frequentes é a adopção de posições corporais inadequadas, como por exemplo manter a cabeça inclinada para um dos lados ou as costas curvadas para um dos lados: nestes casos, os músculos de um dos lados do pescoço ou das costas costumam contrair-se mais do que o normal de forma quase permanente, ficando rígidos.

O excesso de esforço e os traumatismos musculares também constituem uma causa muito comum de contracturas, como por exemplo o típico caso dos músculos da região lombar que se encontram próximos da coluna vertebral, já que a realização de um esforço brusco e intenso faz com que estes músculos fiquem rígidos e comprimam as estruturas nervosas vizinhas, como os nervos sensitivos, provocando dores que podem evoluir para uma lombalgia.

Dado que o tónus muscular é controlado pelo sistema nervoso, é possível que, em alguns casos, ocorra o fenómeno inverso, ou seja, a contractura pode ser provocada por vários tipos de problemas neurológicos e até psicológicos, como é o caso das neuroses de conversão, nas quais um membro pode, por exemplo, ficar completamente rígido. É por esta razão que os músculos também podem ser afectados por contracturas nervosas complexas perante a existência de uma dor intensa. Por exemplo, em caso de dor intensa na garganta ou abdómen, os músculos da zona contraem-se de modo a evitar a tracção dos tecidos danificados, protegendo-os de toques externos.

Por fim, as contracturas são, em muitos casos, provocadas pela existência de deformações nos ossos e articulações ou pela presença de extensas cicatrizes, podendo igualmente ser originadas durante ou após a utilização de gesso que imobilize o segmento corporal ou simplesmente depois de um repouso absoluto prolongado.

MANIFESTAÇÕES

As contracturas musculares tanto podem manifestar-se de forma súbita, nomeadamente após um traumatismo ou um movimento brusco, como evidenciar-se gradualmente, quando são adoptadas, por exemplo, posições corporais anómalas ou inadequadas. Embora as contracturas ocorram, na maioria dos casos, nos músculos mais volumosos do pescoço, do tronco e dos membros, também podem surgir em praticamente todos os músculos, até mesmo nos pequenos músculos das pálpebras ou dos dedos dos pés.

Os sintomas mais importantes são a rigidez do músculo afectado e a dificuldade ou impossibilidade de mover o segmento corporal, encarregue de imprimir movimento ao dito músculo, o que consequentemente provoca a sua imobilização numa determinada posição. Um outro sintoma muito comum é a dor local, que normalmente se manifesta ao palpar o músculo ou ao tentar mover o segmento corporal que ficou imobilizado, embora também se possa evidenciar, com alguma frequência, de maneira espontânea. No entanto, caso as contracturas sejam muito significativas, podem alterar a simetria do corpo. Ainda que as contracturas tenham tendência para diminuir de intensidade de forma espontânea ou através do tratamento adequado sem originar grandes complicações, caso sejam demasiado persistentes, podem acabar por produzir deformações nos ossos e nas articulações mais próximas.

TRATAMENTO

As contracturas mais ligeiras cedem espontaneamente ao fim de alguns minutos, horas ou, no máximo, alguns dias. Todavia, caso as contracturas sejam moderadas ou ligeiras, talvez seja conveniente realizar um tratamento de fisioterapia, que deve ser complementado com sessões de massagens e por uma série de exercícios específicos indicados pelo especialista.

Por outro lado, quando a dor e a dificuldade de movimentos são muito intensas ou quando é necessário retomar rapidamente a actividade, como é comum nos desportistas profissionais, costuma-se recorrer à administração de analgésicos por via oral (associados ou não a relaxantes musculares) ou sob a forma de sprays de aplicação local. Esta medicação, que visa aliviar a dor, permite que o segmento corporal afectado recupere a sua mobilidade com maior rapidez.

Embora as contracturas não originem, na maioria dos casos, complicações anatómicas persistentes, se forem graves e constantes, podem alterar a forma e o funcionamento dos ossos e das articulações mais próximas, sendo então necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica para reparar os tecidos danificados.

Fonte: http://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=392

 
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Publicado por em 28 de Julho de 2011 em espondilolistese, eu

 

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fisioterapia II

Hoje tive consulta com a fisioterapeuta, ainda tenho cerca de mais um mês, mais vinte sessões para ficar melhor. Está quase. Já estou com saudades do trabalhinho…

um dos exercícios que faço

 
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Publicado por em 15 de Julho de 2011 em espondilolistese, eu

 

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novo raio x

Fui mostrar os novos raios x ao ortopedista hoje, está a ir muito bem mas vou ter de ficar em casa pelo menos mais dois meses. Mais dois meses a usar cinta (lombostato), o que é um castigo…

 
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Publicado por em 16 de Junho de 2011 em espondilolistese

 

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mais um susto…

Hoje, mais um susto. Além das dores musculares dos exercícios da fisioterapia, hoje fiquei sem forças na perna esquerda. A perna tremia sem controlo e, claro, que fiquei assustado. Lá fui eu apanhar uma seca para falar com o meu ortopedista. Afinal é normal após a cirurgia a que fui submetido mas, felizmente, é um sintoma que vai desaparecer com o tempo. São espasmos. Fiquem bem…

 
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Publicado por em 6 de Junho de 2011 em espondilolistese, eu

 

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