RSS

Arquivo da Categoria: liberdade

a gaiola dourada

Quantas vezes trocamos a nossa própria liberdade por uma gaiola dourada e, vivendo lá, na gaiola, chamamos de livre à vida que vivemos presos. Abdicamos dos nossos desejos, vontades, amores e incertezas pelo conforto das certezas da gaiola , mas aonde não vivemos o que queremos nem como queremos. É o medo da incerteza, do desconhecido e do risco que nos proíbe que darmos um passo, mas, a vida, é sempre um risco, o futuro é sempre desconhecido e incerto. Quem não arrisca não petisca… A liberdade é um dos nossos direitos na vida, a liberdade de podermos optar no que é melhor para nós, de optar pelo que nos fará felizes…

golden_cage_by_hoatrangan

Anúncios
 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 30 de Outubro de 2011 em liberdade, medo, vida

 

Etiquetas: , ,

liberdade #4

liberdade?

“None are more hopelessly enslaved than those who falsely believe they are free.”

Johann Wolfgang von Goethe
 

Etiquetas: , ,

liberdade III

Que liberdade é esta que me prende e me retrai? Que liberdade é esta que me impede de fazer o que quero? Sou livre desde que não faça o que os outros não querem que eu faça… Liberdade com imposição ou condição não é liberdade. Livre é aquele que tem a liberdade e o poder de optar pelo correcto, de fazer a diferença pelo lado positivo e não aquele que tem de desviar o caminho pela estrada que não quer seguir. Liberdade não é impedirmos nem sermos impedidos de fazer uma opção. Liberdade é optar, é escolher, é viver como se quer…

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 13 de Agosto de 2011 em alma, amor, liberdade, vida

 

Etiquetas: , , ,

grito II

“Nem sempre desisti. Durante algum tempo denunciei a minha revolta, gritei liberdade…mas a realidade à minha volta não se alterou.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 18 de Junho de 2011 em daniel sampaio, grito, liberdade

 

Etiquetas: , ,

25 de Abril

Hoje pus-me a pensar no que é a liberdade, se somos realmente livres e se a liberdade não será apenas um conceito abstracto e ilusório. Se a nossa liberdade acaba aonde começa a liberdade dos outros, então não somos livres. Nenhum de nós é livre para fazer tudo o que quer, ou melhor, é livre de o fazer mas pode ser sancionado ou condenado por tal, o que torna a liberdade um paradoxo. Não quero com isto dizer que quero fazer coisas erradas, mas, se me apetecesse, ao fazê-lo estaria a invadir a liberdade dos outros. A nossa liberdade é limitada pela existência dos outros e das suas próprias liberdades. Para uma sociedade perfeita seria necessário que cada individuo vivesse a sua liberdade sem interferir com a liberdade alheia, o que é utópico. A nossa própria liberdade de escolha pode interferir com a liberdade dos outros, vejamos assim: Duas pessoas desejam a mesma pessoa, mas só uma a pode ter, ou nenhuma, ou seja, o que essa pessoa escolher vai interferir com a liberdade das outras duas, porque mesmo que lhe apeteça estar com a pessoa desejada e se não for a escolhida, não pode. Para resumir, a liberdade é ilusória, é limitada pela liberdade dos outros e, claro, pela nossa consciência que nos impede de fazer coisas erradas…

 
2 Comentários

Publicado por em 25 de Abril de 2011 em liberdade

 

Etiquetas:

liberdade II

como eu desejo que sejas livre…

Como eu desejo que te libertes

para seres minha… e só minha…

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 13 de Março de 2011 em amor, liberdade, solidão

 

Etiquetas: , ,

preso em mim

Sinto-me prisioneiro de mim mesmo, quero libertar-me de todos os maus pensamentos e dos maus sentimentos e de tudo o que me tortura e que me assombra mas não consigo. E esta alma pesada e negra que eu carrego arrasta para a desgraça o meu corpo, destruindo-o aos poucos, matando-o lentamente e dolorosamente. Eu tento sair deste estado que e corroí a parte metafísica do corpo. Quero viver sem estas tormentas invadirem o meu pensamento tornando o meu corpo uma extensão física e doente duma alma já quase morta de tantas cicatrizes e de tantas feridas a sangrar. Cada vez que dou um passo fora desta existência assombrada e triste algo acontece que me empurra de volta e me mata mais um bocado e me fere a alma já de si sofrida. Tento não morrer afogado nas minhas próprias lágrimas que teimam em cair sem fim. O que me prende a esta alma é simplesmente esta consciência que me culpa mesmo do que sei que não fiz, que me culpa do que sei que não contribui para que assim fosse. Também sei que esta auto culpabilização é um sintoma da depressão da qual não consigo sair. Depois numa tentativa fugaz de libertação saio, vou passear e tentar viver mas, a solidão logo bate e a melancolia vem, passa a nostalgia e fico logo mal, triste por não estar como quero, por sofrer, por lamentar, por apenas viver em vez de existir e todos os fantasmas voltam para me assombrar. Fantasmas que quase me levam à loucura, quase que me conduzem à demência, à tristeza de uma existência infeliz, que quase parece só aguardar uma morte do corpo à muito anunciada e profetizada pela doença da alma, essa já, quase morta, ferida quase mortalmente sem a cura que à tanto aguarda e anseia, a felicidade e a vontade de viver. Sempre me digo que amanhã é um novo dia, mas o dia seguinte é sempre tão mau ou pior que o dia que o precede. Sei que há uma cura para este estado da minha alma, ser amado, e não os antidepressivos que tomo. Os medicamentos não nos fazem sentir amados, não nos dizem que nos amam, não substituem o calor de outro alguém que nos ama, Preciso de forças para viver, reviver…

 
2 Comentários

Publicado por em 7 de Março de 2011 em alma, depressão, eu, liberdade, morte, solidão, vida

 

Etiquetas: , , , , , ,

 
%d bloggers like this: