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Arquivo da Categoria: nostalgia

música VI

Uma música a combinar com o meu estado de espírito de hoje, melancólica, nostálgica, triste…

Oh, can’t anybody see,
We’ve got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

Storm,
In the morning light,
I feel,
No more can I say,
Frozen to myself.

I got nobody on my side,
And surely that ain’t right,
Surely that ain’t right.

Oh, can’t anybody see,
We’ve got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

How can it feel this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

Oh, can’t anybody see,
We’ve got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

 
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Publicado por em 18 de Maio de 2011 em eu, música, melancolia, nostalgia, portishead, tristeza

 

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silêncio II

Silêncio, Nostalgia…

Silêncio, nostalgia… 
Hora morta, desfolhada, 
sem dor, sem alegria, 
pelo tempo abandonada. 

Luz de Outono, fria, fria… 
Hora inútil e sombria 
de abandono. 
Não sei se é tédio, sono, 
silêncio ou nostalgia. 

Interminável dia 
de indizíveis cansaços, 
de funda melancolia. 
Sem rumo para os meus passos, 
para que servem meus braços, 
nesta hora fria, fria? 

Fernanda de Castro, in “Trinta e Nove Poemas”


 
 

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triste…

Hoje acordei mais sozinho que nunca,

mais sedento de um abraço que nunca.

Apenas porque te vislumbrei no meu sonho.

A vontade latente de um beijo doce teu aflorou,

a vontade de te ter nos meus braços acordou.

Que vou fazer para suportar esta vontade?

Como amenizar este desejo do meu corpo?

Como preencher este vazio da minha alma?

Como ouvir a tua voz no teu silêncio?

Como sentir a tua presença na tua ausência?

Como viver esta existência  sem sentido?

Como dar um sentido à vida sem ti?

Como mascarar a tua ausência presente?

abraça o meu abraço...beija o meu beijo...aquece o meu calor...


 
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Publicado por em 27 de Abril de 2011 em alma, amor, eu, nostalgia, sofrimento, solidão, sonho, tristeza

 

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nostalgia

Nostalgia

A pequena flor 
só que além nasceu 
sonhou ser maior: 
nada lhe valeu… 

Na cova esquecida, 
sol que desejou 
não a bafejou, 
bastarda da vida… 

E era flor ou gente? 
Esquecida imperfeita 
numa dor silente 
ali jaz desfeita! 

António Salvado, in “Tropos”


Mera existência nostálgica, foi nisso que te transformaste, vida. Nostalgia por momentos e sentimentos que vivi e que não consigo reviver. Nostalgia por momentos e sentimentos que não viverei mais. Momentos que vivo sem os sentimentos, que me provocam toda a nostalgia que carrego nesta alma errante. Nostalgia que se transforma em agonia sempre que não afasto esses pensamentos da minha mente. Agonia que me mata, que me perturba, que me corrompe, que me destrói. Deixa-me viver, deixa-me sentir, deixa-me reviver, deixa-me nostalgia que me anestesia e que me adormece… Existência nostálgica e dormente, deixa-me viver, acordado…



 
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Publicado por em 21 de Abril de 2011 em antónio salvado, nostalgia, poesia, solidão, tristeza

 

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