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Arquivo da Categoria: paz

um pouco de paz…

Algo de que tanto preciso, de alguma paz…

Black Lab – This Night

There are things
I have done
There’s a place
I have gone
There’s a beast
And I let it run
Now it’s running away
There are things
I regret
But you can’t forgive
You can’t forget
There’s a gift
That you send
You send it my way
So take this night
Wrap it around me like a shield
I know I’m not forgiven
And I need a place to sleep
So take this night
And lay me down on the street
I know I’m not forgiven
But I hope that I’ll be given some peace
There’s a game
That I play
There are rules
I had to break
There’s mistakes
That I made
But I made them my way
So take this night
Wrap it around me like a shield
I know I’m not forgiven
But I need a place to sleep
So take this night
And lay me down on the street
I know I’m not forgiven
But I hope that I’ll be given some peace
Some peace
Some peace
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2 Comentários

Publicado por em 17 de Maio de 2012 em alma, música, paz

 

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paz

“A paz não significa estar num lugar onde não há nenhuma confusão, barulho, ou trabalho árduo. Significa estar no meio de todas essas coisas e ainda assim ter o coração calmo.”

É o meu próximo passo, a paz interior. Consigo sentir guerra dentro de mim ainda que envolto em paz exterior. Todo este passado me rouba a paz que tanto tenho desejado.

 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, eu, paz

 

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razão e paz

Termos razão dá-nos alguma paz de espírito? Dizem-me que sim, que o facto de algo ter acabado e eu ter razão que não me devia doer tanto. A verdade é que dói, dói tanto como se tivesse sido eu a errar. E não, não é o facto de ter razão que me proporciona alguma paz de espírito. De que me vale ter razão se perdi na mesma? De que me vale a razão de sou infeliz? De que me vale a razão se não estou como quero? É-me indiferente ter ou não razão porque estou infeliz na mesma… Quando falo das infinitas derrotas da minha vida, custa-me aceitar muitas delas porque tenho a noção que fiz o correcto e que, talvez até tenha feito mais do que podia ou devia. Se já custa perder, custa mais termos a noção de tudo o que fizemos ter sido infrutífero, mas faria tudo outra vez, mesmo que voltasse a perder. Custa mais perder sem tentar do que tentar a perder. A vida até consegue ser bela, perder tanto escurece-nos a alma e impede-nos de ver a beleza em tudo. Mas continuar é preciso e tentar é inevitável, apesar de tanta derrota alguma vez a vitória será minha… e de alguém…

 
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Publicado por em 13 de Dezembro de 2011 em alma, luta, paz, vida

 

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morte #7

“Somos injustos com a morte, pintando-a como é geral costume; deveríamos representá-la como uma matrona idosa, bem conservada, alta, formosa, augusta e calma, de braços abertos para nos receber. É o emblema do repouso eterno depois da vida desgraçada, irrequieta e tempestuosa.”

Charles-Joseph Ligne

 
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Publicado por em 5 de Dezembro de 2011 em Charles-Joseph Ligne, morte, paz, vida

 

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alma XLI

O Retiro da Alma
Há quem procure lugares de retiro no campo, na praia, na montanha; e acontece-te também desejar estas coisas em grau subido. Mas tudo isto revela uma grande simplicidade de espírito, porque podemos, sempre que assim o quisermos, encontrar retiro em nós mesmos. Em parte alguma se encontra lugar mais tranquilo, mais isento de arruídos, que na alma, sobretudo quando se tem dentro dela aqueles bens sobre que basta inclinar-se para que logo se recobre toda a liberdade de espírito, e por liberdade de espírito, outra coisa não quero dizer que o estado de uma alma bem ordenada. Assegura-te constantemente um tal retiro e renova-te nele. Nele encontrarás essas máximas concisas e essenciais; uma vez encontradas dissolverão o tédio e logo te hão-de restituir curado de irritações ao ambiente a que regressas.
 
Marco Aurélio, in “Pensamentos”
Já foi assim, mas já não é para mim. Não consigo retirar-me para a minha alma para encontrar sossego. Há de tudo neste retiro da minha alma menos paz, tranquilidade e sossego. Neste retiro que já é caótico e negro, abundante de fantasmas e mágoas, aonde a dor é intensa dos cortes por cicatrizar. Paz neste retiro não encontro, oiço gritos de consciências, berros de assuntos inacabados. Neste retiro grito e berro para mim mesmo, não me perdoo, não esqueço, massacro-me, odeio-me, mato-me as poucos…
 
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Publicado por em 30 de Agosto de 2011 em alma, paz, solidão

 

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vida XXVIII

Muitas vezes penso que não persistirei por aqui, não me envolverei com ninguém, noutras ocasiões sinto que preciso libertar-me dos males vividos, das agonias sofridas, finalmente poder receber um abraço, olhar para dentro de mim num segundo de paz.

Daniel Sampaio – Lições do abismo

 
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Publicado por em 11 de Julho de 2011 em alma, daniel sampaio, paz, vida

 

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o espelho II

“Caminho por entre sonhos e procuro a serenidade, busco a ilusão de que este momento vai passar e vou surgir de novo, no espelho, sem vergonha de mim.”

Daniel Sampaio – Lições do abismo

É algo que faz falta, muita falta, neste momento. Olhar o espelho e não ver um monstro que não serve para ninguém. Olhar para o espelho e ver-me a mim apenas e não todos os fantasmas que rodeiam o meu reflexo. Olhar para o espelho e ficar em paz comigo, com o meu reflexo e com o resto do mundo…
 
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Publicado por em 19 de Junho de 2011 em daniel sampaio, eu, paz, vida

 

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