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Arquivo da Categoria: spectrumgothic

Na Solidão da Noite

Caminho pela noite solitário.

Sem temer a escuridão…

Ouço meus passos na solidão…

Onde minha alma é envolvida por sonhos sanguinários.

Sou a sombra que envolve o seu sonho…

Sou a morte que leva tua vida,

Com um beijo de minha boca gélida…

E ao final da noite estou sozinho…

Vivo na escuridão,

Só a espera de uma alma,

Na qual trará a calma,

Ao meu coração perturbado pela solidão…

Meus desejos vagam por essas noites,

Em busca de um amor,

No qual possa me tirar essa dor…

Minha alma melancólica,

É vitima da saudade de outrora…

Hoje só me resta esse coração que chora,

Por um tempo que não volta…

Lady of the Night

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Publicado por em 14 de Fevereiro de 2012 em alma, dor, solidão, spectrumgothic

 

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amor L

…agora e na hora de nossa morte…

Muito orei pra não ver este momento
Pra não sentir o cheiro destas flores
Agora é tarde, tudo foi em vão
Anjos e Demônios
Dançam em minha cabeça
Não tem mais peso as mentiras
nem extensão as verdades
Tudo agora é um grande vazio
Um buraco em minha existência
E pouco a pouco, vou perdendo o controle
Não consigo entender
Ninguém precisa mais de você, do que Eu
Não eram essas as flores que você merecia
Agora muito depressa, estou perdendo o controle
Não há mais vontade alguma
Agora me falta o “Alguém”.

Zéka Campos

Anjos e Demônios Dançam em minha cabeça

 
 

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loucura V

Mordaz mente de um Louco

Triste dor que pulsa em meu coração;
Não sabia que as luzes se apagariam,
E nem mesmo o brilho das lágrimas,
Mostraria-me o caminho de volta ao coração.

As estrelas ainda dão vida à noite,
Mas em meu coração nada parece viver;
Longe dos sorrisos que já brilharam em meus lábios,
Estou tão perto do túmulo, e meus sonhos parecem morrer…

Agora estou sob atenção,
Fugindo do que sempre esteve dentro,
E a cada instante aumenta a solidão…
A faca está tão aguçada,
Sinto-a atravessar meu coração.

Até quando vagar em busca de vida,
Meu mundo cinza está tão longe das estrelas
Resta-me a escuridão, e com ela tudo o que não se pode ver;
Na mordaz mente de um louco, em busca do anoitecer.

Genaína de Oliveira


 
 

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Ária às Almas

auto destruição

 

Ária às Almas

 

 

Eu venho aqui cantar para as almas,

Arranhar a lira soturna dos lamentos.

É nesta hora nefasta que a dor em mim preside,

Assim como vermes sobre a carne podre.

 

Esses espectros que semeiam minhas angústias,

Abafadas pelo silente desespero de quem busca a morte,

São a vil personificação de meus demônios.

Que me devoram a cada instante com iniqüidade.

 

Fatidicamente vilipendiado, nasci do gene dos seres sofredores.

Vítima do atavismo medonho de minha estirpe,

Sucumbi-me ao jugo da solidão perene.

 

Escutem, infaustas almas, meu canto de agonia:

Quis eu, a ventura de Endimião,

Passar a vida sob sono perpétuo…

 

 

Bruno Ribeiro

 

desânimo

 

http://www.spectrumgothic.com.br/literatura/poemas/visitantes/galeria01/aria.htm

 
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Publicado por em 16 de Março de 2011 em alma, bruno ribeiro, dor, morte, poesia, spectrumgothic, vida

 

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