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Arquivo de etiquetas: amor

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

 O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

 
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Publicado por em 22 de Agosto de 2012 em amor, escrita

 

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amor #62

“Se há tulipas no teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui…

The Gift – Primavera

 
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Publicado por em 19 de Julho de 2012 em amor

 

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sorriso #3

“Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir…

The Gift – Primavera

 
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Publicado por em 19 de Julho de 2012 em amor, sorriso

 

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sorriso #2

“E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim”

The Gift – Primavera

 
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Publicado por em 19 de Julho de 2012 em amor, sorriso

 

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amor #61

“É certo, afinal de contas, que neste mundo nada nos torna necessários a não ser o amor.”

Johann Wolfgang von Goethe

 
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Publicado por em 13 de Julho de 2012 em amor, angústia, solidão

 

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sacrifício

“Um grande sacrifício é fácil, os pequenos sacrifícios contínuos é que custam.”

Johann Wolfgang von Goethe

E um grande sacrifício contínuo?

 
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Publicado por em 13 de Julho de 2012 em amor, vida

 

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império dos sentidos

Quando tudo era a tua presença…

 

Sentido da visão:

Olhar-te, ver-te, admirar a tua beleza nos meus olhos. Deslumbrar-me com cada traço, cada curva, cada saliência cada cor do teu rosto, do teu corpo. Tudo em ti era belo, tudo era lindo. Em ti vi a perfeição. Eras a luz da minha escuridão, eras a beleza neste mundo feio, eras a cor neste mundo cinzento e negro.

 

Sentido da audição:

A tua voz encantava o meu ser, um doce canto de sereia que me seduzia a cada tom. Cada timbre, cada sussurro, cada riso eram uma balada que me embalava no teu amor. Ouvir-te era abstrair-me de tudo o mais que nos rodeava, que me fazia focar na mais linda melodia que jamais tinha apreciado igual.

 

Sentido do paladar:

Lembro-me da doçura dos teus beijos, da doçura dos teus lábios nos meus. Néctar dos deuses que eu saboreava com todo o gosto, desejando sempre e sempre mais. Não havia nada mais doce, nada mais que eu quisesse provar. Eras a minha iguaria, o prato saboroso da minha alma. Simplesmente… deliciava-me com o sabor dos teus beijos.

 

Sentido do tacto:

O meu corpo vibrava com o toque do teu. Um toque, um abraço, o calor do teu corpo no meu, tudo era um êxtase, um motivo de alegria para o meu ser. Momentos finitos com uma intensidade infinita. E cada toque teu era o calor que aquecia a frieza da minha alma, era o calor que mantinha a minha alma viva.

 

Sentido do olfacto:

Sentir o cheiro do teu corpo, do teu perfume, do teu aroma era o elixir da minha felicidade. Aroma que era mais aprazível  e mais agradável que todos os jardins do mundo. Com os olhos fechados, encostado a ti, sentia esse aroma e voava nas asas de um amor que tinha tudo para ser mais do que temporal, inha tudo para ser eterno.

E, NA TUA PRESENÇA, TODOS OS MEUS SENTIDOS SE INFLAMAVAM E FAZIAS-ME SENTIR NUM SONHO LINDO E PERFEITO, ERAS O MEU PARAÍSO…

AGORA TODOS OS MEUS SENTIDOS SENTEM A AGONIA DO INFERNO QUE É A TUA AUSÊNCIA…

MUNDO SEM COR

MUNDO DE RUÍDO

MUNDO AMARGO

MUNDO FRIO

MUNDO INOLOR

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2012 em amor, saudade

 

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amor #60

“Amar é conhecer mais do outro do que ele sabe de si próprio, e descobrir que ele conhece mais de nós do que nós mesmos.”

Eduardo Sá

 
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Publicado por em 3 de Julho de 2012 em amor

 

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dor #10

Corpse Bride

Sem dúvida, o meu filme favorito

“If I touch a burning candle I can feel no pain
In the ice or in the sun it’s all the same
Yet I feel my heart is aching
Though it doesn’t beat it’s breaking
And the pain here that I feel
Try and tell me it’s not real
I know that I am dead
Yet it seems that I still have some tears to shed”

 
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Publicado por em 2 de Julho de 2012 em a noiva cadáver, amor, dor

 

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o que é o amor?

o que é o amor?

just an earth bound misfit... i

Para quem ama realmente, há um desejo de eternidade, de imortalidade. Quantas vezes desejei que os momentos de amor que passei durassem para todo o sempre. O amor anula o tempo e o espaço, o tempo é aquele momento e o espaço é o nosso amor. Para duas almas apaixonadas, a eternidade não chega e o universo é pequeno demais. Qualquer segundo longe da alma amada já provoca saudade, e qualquer distância é enorme. Amor é um desejo imortal de presença ao lado da nossa alma gémea…

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Publicado por em 27 de Maio de 2012 em amor

 

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dúvidas

Diana Krall – Why Should I Care

Was there something more I could have done?
Or was I not meant to be the one?
Where’s the life I thought we would share?
And should I care?

And will someone else get more of you?
Will she go to sleep more sure of you?
Will she wake up knowing you’re still there?
And why should I care?

There’s always one to turn and walk away
And one who just wants to stay
But who said that love is always fair?
And why should I care?

Should I leave you alone here in the dark?
Holding my broken heart
While a promise still hangs in the air
Why should I care?

 
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Publicado por em 24 de Maio de 2012 em amor, música

 

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memórias #6

…Aqui ao luar,
Ao pé de ti,
Ao pé do mar…

Xutos & Pontapés – Aqui Ao Luar

memórias…

 
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Publicado por em 24 de Maio de 2012 em alma, amor, memória, vida

 

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memórias #5

hoje fui ver o mar

e olhava as suas ondas

que iam e vinham

levavam-me numa viagem

para tempos e espaços

para momentos e lugares

em que vivia a felicidade

recordei cada momento

recordei cada lugar

recordei cada palavra

recordei cada silêncio

recordei cada olhar

recordei cada beijo

recordei cada abraço

recordei cada surpresa

recordei-te no meu tempo

recordei-te no meu espaço

recordei-te como a felicidade

porque a felicidade eras tu…

 
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Publicado por em 20 de Maio de 2012 em amor, memória

 

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amor #59

De um Amor Morto

De um amor morto fica 
Um pesado tempo quotidiano 
Onde os gestos se esbarram 
Ao longo do ano 

De um amor morto não fica 
Nenhuma memória 
O passado se rende 
O presente o devora 
E os navios do tempo 
Agudos e lentos 
O levam embora 

Pois um amor morto não deixa 
Em nós seu retrato 
De infinita demora 
É apenas um facto 
Que a eternidade ignora 

Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Geografia”

alguns amores são como velas apagadas, não gastam mas também não dão luz nem dão calor... não evoluem, estagnam na dimensão do tempo...

 
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Publicado por em 28 de Abril de 2012 em amor, poesia, Sophia de Mello Breyner Andresen

 

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talvez…

talvez eu fosse uma simples flor

no jardim da tua vida

talvez não me quisesses regar
 
com todo o teu amor
 
talvez eu não merecesse isso
 
mas eu morri à tua sombra
 
talvez eu não quisesse o sol
 
e só te quisesse a ti
 
talvez a minha semente ainda vá voar
 
e outro eu renasça
 
talvez nesse dia percebas
 
que quem morreu foste tu…
 
talvez…
 
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Publicado por em 21 de Abril de 2012 em amor, vida

 

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