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against all odds??

Há momentos em que ainda acredito que vencerei, nem que tenha de lutar contra tudo, contra todos, contra o mundo…

 
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Publicado por em 9 de Fevereiro de 2012 em eu, luta

 

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o que resta de mim

Hello, I’m still here

All that’s left of yesterday

Evanescence – Hello 

 
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Publicado por em 9 de Fevereiro de 2012 em eu, evanescence

 

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feridas da alma…

I will never know myself until I do this on my own
And I will never feel anything else
Until my wounds are healed
I will never be anything ‘till I break away from me
I will break away, I’ll find myself today
……
……

 
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Publicado por em 20 de Janeiro de 2012 em alma, amor, dor, eu, sofrimento

 

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vida #56

Parece-me que a minha vida está a mudar… Foi uma semana de mudanças, para melhor. Fisicamente, já tive alta do meu ortopedista, já vou começar a trabalhar, finalmente, quase 11 meses depois… Psicologicamente já me sinto bem melhor, algo está a mudar em mim, no meu mundo, no mundo de alguém. Espero estar no caminho certo para a felicidade, eu acredito que sim, espero que sim.

o caminho da felicidade é todo o caminho que me leve para junto de ti...

 
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Publicado por em 22 de Outubro de 2011 em amor, eu, vida

 

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lágrimas #8

Hoje à noite fui dar um passeio, um longo passeio a pé. A esperança de que algo mudasse na minha vida ou em mim era muita, mas que idiota me senti, como se por magia, no fim do passeio, o mundo mudasse ou, em contrapartida eu ficasse diferente, melhor… As ruas estavam estranhamente desertas, vazias como a minha alma. Ao longe a lua ilumina os meus passos mas não me guia rumo à mudança, rumo à felicidade. Oiço o mar ao longe, aproximo-me mais dele na vã esperança de nele encontrar uma solução para toda este sofrimento. Chego lá e só oiço lamentações deste mar em que tanto confio os meus mais íntimos segredos e sentimentos. De repente desejo que a chuva caia, para disfarçar estas lágrimas que me começam a cair. Sabes, meu amigo mar, muita da água que formam as tuas onda são lágrimas minhas, lágrimas que chorei a teu lado, lágrimas carregadas de dor, de sofrimento, de solidão e de carência. Mas sinto que nem tu me vales, com tantas histórias de dor que já ouviste, és incapaz de me aliviar e de me confortar deste desgosto que me corrói e que arde cá dentro, que me mata mais um bocado a cada momento que passa. Olho para a lua e sinto que até ela me abandonou, mas perdoo-te minha amiga lua, todos acabam por me abandonar. Este ciclo de abandono começou muito cedo na minha vida, com o meu pai, por vezes penso que se até o meu pai me abandonou porque alguém há-de querer-me. Talvez o mal esteja em mim e não nos outros, talvez a causa do meu sofrimento seja eu mesmo e não os outros. Não sei, sinto que já não consigo raciocinar, os meus pensamentos estão cada vez mais vagos, diluídos nas lágrimas que teimam em escorrer-me pela face. Deito-me na areia, oiço o mar e vejo a lua e penso em ti. Tento entender mas já tenho dificuldade em me entender a mim próprio. Como preciso de ti, como preciso do teu amor, como preciso do teu carinho, como preciso de estar apenas ali, deitado no colo quente e reconfortante dum abraço dos teus braços. Por momentos imagino-te ali a meu lado, mas cedo percebo que não passa duma miragem do meu desejo. Então diluis-te com as minhas lágrimas e desapareces da minha realidade. Levanto-me com os olhos vermelhos e a cara molhada de lágrimas e parto então em rumo à mesma realidade de sempre, à minha tristeza, ao ódio pela minha vida, à vontade de não viver mais um dia neste inferno, desejando que o amanhã não chegue para mim, que chegue apenas à eternidade vazia, fria e escura da morte. Morte que espero que seja a minha paz…

 
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Publicado por em 15 de Outubro de 2011 em alma, dor, eu, lágrima, lua, mar, morte, vida

 

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vida e morte

Sinto-me vivo demais para estar morto

E morto demais para estar vivo…

O que é esta existência?

Será vida? Será morte?

 
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Publicado por em 11 de Outubro de 2011 em alma, eu, morte, vida

 

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estou de volta…

Bem, voltei à escrita no meu blog, não porque esteja melhor mas porque por vezes apetece-me despejar a alma nem que seja em palavras. Infelizmente, da alma, não estou melhor, muito pelo contrário, estou bem pior… É preciso ter paciência, são processos lentos e penosos, mas é preciso percorrer todas estas etapas para a cura mental.

 
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Publicado por em 11 de Outubro de 2011 em alma, escrita, eu

 

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vida XLIX

Fiz o pior que alguém pode fazer da própria vida. Não desisti de ninguém, desisti de mim mesmo, desisti de perseguir um sonho, desisti de tentar ser feliz. Eu estou aonde estou, não estou escondido, apenas isolado por opção do resto do mundo, eremita da cidade aonde moro. Desisti de tentar, desisti de lutar, desisti de perseguir a felicidade da vida. Se esta desistência é definitiva ou apenas temporária, só o tempo o dirá. Espero que sim, que seja uma questão do tempo, que seja até ter energia outra vez…

por mais inóspita que a vida se torne...

por mais inóspita que a vida se torne, é sempre possível, desde que haja força, energia ou vontade, de momento não tenho nenhuma delas…

 
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Publicado por em 19 de Setembro de 2011 em eu, tempo, vida

 

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eu XXV

Por vezes me pergunto o que é pior, não entender o mundo ou não ser entendido pelo mundo. Ou será que uma é consequência da outra? Se eu entendesse o mundo, seria compreendido pelo mundo? Aceitar não é compreender, é apenas ver uma opção, uma acção como hipótese viável para alguém, embora não o seja para mim. Já aceitei muito mais do que o que aceito hoje, tenho menos álibis para os actos dos outros, compreendo menos e não consigo aceitar mesmo o que já conseguira antes. Aceitar, mesmo o que não se compreende, é o primeiro passo para a paz interior. Paz que tanto preciso e que não tenho. A minha alma revolta-se, o sangue ferve e as lágrimas caem fundindo em emoções que mais ninguém compreende. Toda a gente espera que eu as entenda, que eu aja de modo que elas querem, do melhor modo para elas. E eu? Quando alguém vai compreender o que eu quero e aceitar que talvez eu esteja certo? Já estive certo infinitas vezes mas agi de modo diferente porque era o melhor para alguém que não eu, o que se veio a revelar que simplesmente não era o melhor para ninguém… Não tenho a pretensão de estar sempre certo ou de ter a verdade absoluta comigo mas muita coisa que afirmei que aconteceria, aconteceu mesmo. Por vezes sinto que eu sou uma constante nula neste universo, que eu não faço diferença nenhuma, que existindo ou não, o mundo seria o mesmo. É deprimente ver que as pessoas não concordam comigo, mas no fim dão razão às minhas palavras com as próprias acções. Como é evidente, também já errei, também já me enganei, e muito. É deprimente perder e sofrer assim, É deprimente não compreender a lógica dos outros. É deprimente que os outros não concordem com a minha lógica. É deprimente eu ter de ser assim, ter de compreender para aceitar, ter de ter a razão lógica para compreender e aceitar algo. É deprimente…

nada é tão complicado como parece, nós complicamos tudo...

 
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Publicado por em 18 de Setembro de 2011 em eu, mundo, sociedade

 

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Um mundo infestado de demónios…

Que o mundo não é perfeito já o sabemos. Que o mundo está infestado de demónios é um facto. Estes demónios que povoam o mundo estão dentro de todos nós, são as nossas acções e atitudes perante nós e os outros. Demónios como o egoísmo, o egocentrismo, as injustiças,as mentiras, as traições, os crimes e tudo o mais que há de mal dentro de nós. Se o mundo é injusto somos culpados por isso, se o mundo não é um lugar utópico como é o sonho de muitos de nós, só temos a nós mesmos para culpar. É um clichet afirmar e acreditar que pode tudo mudar, é possível, mas para isso a maior parte das pessoas devia mudar, senão todos. Todo os dias vejo exemplos de actos que considero deploráveis, todos os dias me revejo menos nesta sociedade, neste mundo mesquinho e nojento em que vivemos. Todos os dias tento não me importar, tento não me deixar afectar, mas é uma tarefa quase impossível. Impossível não sentir esta repulsa que me afasta do mundo, que me isola dentro da minha concha, dentro do meu mundo, do meu universo. Eu sei que muito do mal que vejo está nos meu olhar, há fases em que não consigo ser tolerante, talvez porque não sou feliz, porque acho que se o mundo fosse perfeito e não existissem todos estes demónios eu seria a pessoa mais feliz do mundo, o que tinha de acontecer já teria acontecido. Aceitar é difícil, e isso faz com que não tenha paz. Tento… Tento… Tento… Falho… Falho… Falho… E volto a tentar… Até voltar a falhar…

nós fazemos deste mundo o inferno que é...

 
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Publicado por em 14 de Setembro de 2011 em eu, mundo, sociedade

 

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lua III

Hoje a lua está simplesmente divinal. O luar que me ilumina não chega à alma e traz com ele memórias e recordações de um passado que, apesar de tudo, não chegou a futuro. Relembro, ao luar, todas as palavras, todas as promessas, imagino como seria ver-te ao luar, amar-te na companhia solitária da lua, sentir o teu corpo encostado ao meu, olhar para ti e ver que, afinal, a lua não é assim tão bela, quando estás a meu lado. São desejos e sonhos que, com as lágrimas nos olhos, conto a essa minha confidente e companheira de eternidades infinitas de solidão, que é a minha amiga lua…

 
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Publicado por em 13 de Setembro de 2011 em alma, amor, desejo, eu, lua, saudade, solidão, sonho

 

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luta IV

“…No there’s no making sense of it
Every way I go I have to lose…”

Brian May – Too Much Love Will Kill You

derrota constante...

 
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Publicado por em 11 de Setembro de 2011 em eu, luta, vida

 

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vida XLI

“…And I’ve been facing this alone for much too long
Oh, I feel like no-one ever told the truth to me
About growing up and what a struggle it would be
In my tangled state of mind
I’ve been looking back to find where I went wrong…

Brian May – Too Much Love Will Kill You

And I've been facing this alone for much too long...


 
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Publicado por em 11 de Setembro de 2011 em alma, dor, eu, luta, sofrimento, solidão, vida

 

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lágrimas IV

“I’m just the pieces of the man I used to be 
Too many bitter tears are raining down on me”

Brian May – Too Much Love Will Kill You


 
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Publicado por em 11 de Setembro de 2011 em alma, eu, lágrima

 

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depressão IV

Faz quase uma semana desde que comecei a reduzir a medicação antidepressiva e já me sinto bem pior. Tudo me parece bem mais negro, se já o era, está pior, agora vejo mais o escuro da escuridão. Sinto-me mais perdido ainda, perdido na imensidão do vazio que me preenche, náufrago sem ver uma ilha, sem ver sequer um farol de esperança. Mais calado ainda, sento-me com o olhar perdido no infinito do tempo, sem vislumbrar nada, por mais que nade na imensidão deste mar de sofrimento não chego a lado nenhum, continuo, assim, sem bóia de salvação, a nadar até que perca as forças que me restam. Morrerei assim, afogado neste mar de lágrimas minhas? Serei resgatado e salvo por ti? Só o tempo o dirá, o tempo ou a morte… Salva-me… Resgata-me… Lança-me a bóia dos teus braços e recebe-me na segurança do teu abraço.

alma naufragada no mar das minha lágrimas...

 
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Publicado por em 8 de Setembro de 2011 em alma, amor, depressão, eu, sofrimento, solidão

 

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