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paz

“A paz não significa estar num lugar onde não há nenhuma confusão, barulho, ou trabalho árduo. Significa estar no meio de todas essas coisas e ainda assim ter o coração calmo.”

É o meu próximo passo, a paz interior. Consigo sentir guerra dentro de mim ainda que envolto em paz exterior. Todo este passado me rouba a paz que tanto tenho desejado.

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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, eu, paz

 

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(in)felicidade #3

Desejava ser possível

juntar toda esta tristeza

pintá-la numa tela

contá-la num conto

cantá-la numa melodia

escrevê-la numa prosa

rimá-la numa poesia

chorá-la numa lágrima

dissolvê-la no mar

e, que ela simplesmente

passasse…

 
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Publicado por em 20 de Março de 2012 em dor, eu, lágrima, sofrimento, tristeza

 

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dia do pai :(

Hoje é dia do pai… Dia que me deixa duplamente infeliz. Por um lado o desgosto de ter tido um pai que só o foi de nome, de resto, nunca foi verdadeiramente meu pai, muito pelo contrário… eu nunca faria o que ele me fez a ninguém, muito menos a um filho. Por outro lado, o desgosto de não ter filhos, algo que evito desejar mas que me massacra a mente todos os dias. O dia já se adivinhava infeliz e desgostoso, não precisava do bónus que tive, ter de rever quem mais me feriu nesta vida, alguém que desejei para fazer feliz, para ser a mãe dos meus filhos e que, tal como o meu pai, me deixou nesta estrada da vida ferido e a sangrar da alma, quase morto e a desejar um abraço gélido e eterno da morte. Está difícil de aguentar este dia, a cada lágrima que cai, um passo para essa intemporal morte que teima em não me abraçar, que teima em não me receber de braços abertos. Tento sobreviver mas cada vez aguento menos estes dias de angústia em que tenho de “fingir” que está tudo bem, custou-me tanto trabalhar com isto na mente hoje… Mas a vida vai continuando castigada por estes castigos contínuos que me fazem sangrar da alma, que reabrem todas as feridas passadas que ainda não cicatrizaram. Resta-me deitar e encostar a cabeça, tentar descansar a mente de todos estes fantasmas e tentar adormecer com estas lágrimas todas a fugir dos olhos já sem brilho pela vida, por estes olhos mortos e inertes que reflectem uma alma tão… tão… sei lá…

 
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Publicado por em 19 de Março de 2012 em amor, desgosto, dor, eu, lágrima, morte, sofrimento

 

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auto identidade

There are times when all the world’s asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am
.

Supertramp – The logical song

 
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Publicado por em 6 de Março de 2012 em eu, questão

 

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EU não sou o único…

Resistência – Não Sou o Único

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado às tentações

E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará

Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu

 
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Publicado por em 23 de Fevereiro de 2012 em eu, música, resistência

 

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fuga #2

“Foges em companhia de ti próprio:

é de alma que precisas de mudar, não de clima.”

Seneca

Como entendo, tentei mudar o mundo e falhei, tentei mudar o meu mundo e falhei, tentei fugir do mundo e isolei-me mas tudo me perseguia, todo o sofrimento me acompanhou, tentei fugir de mim mas não é possível, só me resta… mudar a minha alma, o meu ser, a minha essência.

 
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Publicado por em 20 de Fevereiro de 2012 em eu, fuga, seneca

 

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a luz…

Há sempre uma luz ao fundo do túnel? Por vezes parece que a vislumbro mas cedo se revela uma miragem e as trevas voltam a abraçar-me na frieza solitária da sua escuridão. Quase sempre me parece tão longe, tão distante e tão frágil esta luz que teimo, em vão, atingir. A luz parece fugir de mim como se fosse o destino de todos menos o meu, quase me amaldiçoa à escuridão que, envolta no meu ser, não me deixa escapar. Só espero atinjir essa luz, um dia, e que essa luz não se revele ser a morte…

 
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Publicado por em 15 de Fevereiro de 2012 em eu, felicidade, tempo, vida

 

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