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mundo estranho #2

“It’s extraordinary to me that the United States can find $700 billion to save Wall Street and the entire G8 can’t find $25 billion dollars to saved 25,000 children who die every day from preventable diseases.”

Bono

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Publicado por em 28 de Fevereiro de 2012 em bono, crianças, mundo, sociedade

 

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tolerância

Como tem razão Saramago, tolerar não é aceitar…

Tolerância não é Igualdade

Eu sou contra a tolerância, porque ela não basta. Tolerar a existência do outro e permitir que ele seja diferente ainda é pouco. Quando se tolera, apenas se concede, e essa não é uma relação de igualdade, mas de superioridade de um sobre o outro. Sobre a intolerância já fizemos muitas reflexões. A intolerância é péssima, mas a tolerância não é tão boa quanto parece. Deveríamos criar uma relação entre as pessoas da qual estivessem excluídas a tolerância e a intolerância. 

José Saramago, in ‘Globo (2003)’

 
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Publicado por em 28 de Fevereiro de 2012 em josé saramago, mundo, sociedade

 

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O Princípio de Peter e a Lei de Murphy

O Princípio de Peter e a Lei de Murphy cruzam-se e estão interligados no que toca ao campo profissional. O princípio de peter diz-nos que a tendência é para sermos pomovidos até ao nosso nivel de incompetência e a lei de murphy resume-se ao facto do que puder correr mal, vai correr mal. Quando atingimos o nosso nível de incompetência não temos capacidade para realizar uma função e quando isso acontece vai tudo correr mal, mais coisas vão correr mal e atribuimos esse facto à lei de murphy. Na verdade, mesmo quando operamos no nosso nível de competência muita coisa pode correr mal e, certamente, muito correrá mal mas temos mais capacidade de prever ou de resolver facilmente todos esses problemas. Ao estarmos num patamar de incompetência o que correrá mal, correrá pior e com mais intensidade e como não conseguimos resolver, ainda piorará mais. Há dois problemas relacionados com estes factos. O problema de, por vezes, não vermos ou não aceitarmos que atingimos um nível acima da nossa competência e, assim, culpamos as circunstâncias, é a lei de murphy aplicada, mascaramos a nossa incompetência com o “tinha de correr mal”. Outro problema é o facto de, por norma, não haver despromoções de volta ao nosso cargo em que éramos competentes, resultando daí duas hipóteses, ou somos dispensados ou continuamos em funções para as quais não temos capacidade, em que somos incompetentes, resultando daí graves problemas para as duas partes, a empresa e a pessoa. Será possível sabermos quando atingimos o nosso nivel de competncia e saber que a partir dali passamos ao nivel de incompetência? Há factores que nos possam indicar que se subirmos passamos a incompetentes, antes de subir para esse patamar? Não sei mesmo se haverá sinais de incompetência para uma função antes de sermos promovidos e vermos que já atingimos o nível de incompetência…

Principio de peter

Num sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência.

Laurence Johnston Peter

Lei de murphy

“Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo a causar o maior estrago possível”

Edward A. Murphy

 
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Publicado por em 10 de Fevereiro de 2012 em mundo, sociedade

 

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valores…

“As pessoas hoje conhecem o preço de tudo e o valor de nada.”

Oscar Wilde

momentos aparentemente sem valor são os mais preciosos...

 
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Publicado por em 30 de Janeiro de 2012 em mundo, Oscar Wilde, valor

 

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o bem e o mal

A Regra Fundamental de Vida

Quando nós dizemos o bem, ou o mal… há uma série de pequenos satélites desses grandes planetas, e que são a pequena bondade, a pequena maldade, a pequena inveja, a pequena dedicação… No fundo é disso que se faz a vida das pessoas, ou seja, de fraquezas, de debilidades… Por outro lado, para as pessoas para quem isto tem alguma importância, é importante ter como regra fundamental de vida não fazer mal a outrem. A partir do momento em que tenhamos a preocupação de respeitar esta simples regra de convivência humana, não vale a pena perdermo-nos em grandes filosofias sobre o bem e sobre o mal. «Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti» parece um ponto de vista egoísta, mas é o único do género por onde se chega não ao egoísmo mas à relação humana.

José Saramago, in “Revista Diário da Madeira, Junho 1994”

Estranho toda e qualquer pessoa que me tente convencer que a consciência do bem e do mal, do certo e do errado é uma função inata ao ser humano. Já várias pessoas me tentaram “impingir” esta ideia, é uma das premissas (erradas) da religião. Outra premissa errada da religião é a de que o conceito de deus é inato em nós, mas não quero neste artigo desviar-me para este assunto. A ideia do certo e do errado é moldado nas nossas mentes desde novos, é uma aprendizagem pelo qual temos de passar, esta aprendizagem é a nossa educação. Quem nos cria deve nos incutir esta ideia do bem e do mal, do certo e do errado, dos valores que deviam existir em qualquer sociedade e no mundo. Por mais errado que algo seja, se, durante a minha formação enquanto criança, vir os mais velhos (pais ou não) a fazerem erros naturalmente como se nada fosse, não mostrando a consciência de que é errado, para mim será normal e certo (por mais errado que seja). Creio que a frase chave seja mesmo «Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti». É uma filosofia que qualquer criança devia ser ensinada desde nova. Lembro-me de alguém ter escrito que, além de deixar-mos um mundo melhor para os nossos filhos, devíamos deixar filhos melhores para o mundo… É uma ideia…

 
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Publicado por em 15 de Outubro de 2011 em josé saramago, mundo, sociedade, vida

 

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(des)ilusão

Já escrevi sobre isto, as pessoas não nos desiludem, apenas destroem a ilusão que nós próprios criamos sobre elas. O único culpado das “desilusões” somos nós mesmos por criarmos, erradamente, estas ilusões. As pessoas são o que são, raramente ou nunca mudam, e quando o fazem é sempre para pior. Se nós não vemos a pessoa como ela é, independentemente se usam máscaras ou não, o erro é nosso de nos desiludirmos com elas. Quando as desilusões são muitas temos tendência para nos fecharmos ao mundo, para nos isolarmos das pessoas, numa auto exclusão supostamente protectora. Custa-nos a confiar em mais alguém, custa-nos deixar outro ser entrar na concha da nossa vida. Sofremos com a solidão mas o sofrimento é menor do que deixarmos mais alguém magoar o nosso ser, que já está frágil. Não podemos é deixar, como eu faço erradamente, que isso nos impeça de viver e nos impeça de sermos felizes. Desistir nunca é opção, embora eu já o tenha feito…

 
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Publicado por em 19 de Setembro de 2011 em desilusão, mundo

 

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eu XXV

Por vezes me pergunto o que é pior, não entender o mundo ou não ser entendido pelo mundo. Ou será que uma é consequência da outra? Se eu entendesse o mundo, seria compreendido pelo mundo? Aceitar não é compreender, é apenas ver uma opção, uma acção como hipótese viável para alguém, embora não o seja para mim. Já aceitei muito mais do que o que aceito hoje, tenho menos álibis para os actos dos outros, compreendo menos e não consigo aceitar mesmo o que já conseguira antes. Aceitar, mesmo o que não se compreende, é o primeiro passo para a paz interior. Paz que tanto preciso e que não tenho. A minha alma revolta-se, o sangue ferve e as lágrimas caem fundindo em emoções que mais ninguém compreende. Toda a gente espera que eu as entenda, que eu aja de modo que elas querem, do melhor modo para elas. E eu? Quando alguém vai compreender o que eu quero e aceitar que talvez eu esteja certo? Já estive certo infinitas vezes mas agi de modo diferente porque era o melhor para alguém que não eu, o que se veio a revelar que simplesmente não era o melhor para ninguém… Não tenho a pretensão de estar sempre certo ou de ter a verdade absoluta comigo mas muita coisa que afirmei que aconteceria, aconteceu mesmo. Por vezes sinto que eu sou uma constante nula neste universo, que eu não faço diferença nenhuma, que existindo ou não, o mundo seria o mesmo. É deprimente ver que as pessoas não concordam comigo, mas no fim dão razão às minhas palavras com as próprias acções. Como é evidente, também já errei, também já me enganei, e muito. É deprimente perder e sofrer assim, É deprimente não compreender a lógica dos outros. É deprimente que os outros não concordem com a minha lógica. É deprimente eu ter de ser assim, ter de compreender para aceitar, ter de ter a razão lógica para compreender e aceitar algo. É deprimente…

nada é tão complicado como parece, nós complicamos tudo...

 
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Publicado por em 18 de Setembro de 2011 em eu, mundo, sociedade

 

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