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Arquivo de etiquetas: religião

religião

“Tenho de proclamar a minha incredulidade. Para mim não há nada de mais elevado que a ideia da inexistência de Deus. O Homem inventou Deus para poder viver sem se matar.”

Fiodor Dostoievski

https://jorgemiguelcs.wordpress.com/2011/06/28/vida-morte-e-o-homem/

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Publicado por em 1 de Agosto de 2011 em Fiodor Dostoievski, Homem, mundo, religião

 

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mundo e religião

Partilho totalmente destas opiniões, aliás algumas ideias parecem expressas por mim, revi-me…

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Publicado por em 4 de Julho de 2011 em eu, mundo, religião, sociedade, zeitgeist

 

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vida, morte e o Homem…

Ninguém é nada, não passamos de um monte de átomos, não somos mais do que um saco de células com prazo de validade… É a simples visão cientifica da nossa existência. Mesmo que muitos não queiram aceitar, a nossa única função biológica, como espécie, é assegurar a continuação da mesma. É difícil aceitar esta existência vazia de sentido, tendo a capacidade cognitiva de que a espécie humana dispõe, pelo que tivemos de lhe dar um sentido e, para isso, inventamos a religião. É a fuga fácil, a religião enche o vazio da nossa existência, proporciona-lhe um motivo e um objectivo. Acredito haver uma relação directa entre religião e suicídio, penso que uma grande percentagem de ateus entre os suicidas. Isto talvez mostre a falta de um objectivo na vida dos ateus. Para os crentes, quanto mais sofram em vida, melhor será depois de morrer e isso faz com que suportem mais as provocações da existência. Que esperança pode ter um ateu? Nenhuma. A religião preenche o espaço de muitas dúvidas existenciais que possamos ter. Como já o referi antes, não sou contra a religião, aliás somos livres de acreditar no que queremos mas nunca, mesmo nunca, temos o direito de o impingir aos outros. Não vou aqui descrever o que acho da religião, não é o motivo deste post, talvez noutro o faça. Acredito que se eu fosse crente, tudo seria diferente, a minha visão do mundo, do universo, da humanidade e da vida seria bem mais colorida. Seria fácil responder a questões como a nossa vida e a nossa morte, viveria porque Deus assim o quis e morreria porque Deus também o quis… Sendo assim, ateu, não entendo porque existo, porque nasci, porque vivo e porque morrerei… Não sou nada… Sou um conjunto complexo de átomos com capacidade de raciocínio… nada mais que isso… Esta é a minha visão negra da existência humana, da minha existência vazia, oca e sem sentido, sem razões e cheia de dúvidas.

somos apenas um complexo conjunto de átomos...

 
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Publicado por em 28 de Junho de 2011 em Homem, morte, religião, vida

 

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13 de maio

Bem, além de sexta feira 13, hoje também é dia de Nossa Senhora de Fátima… Como ateu, é algo que transcende a minha consciência. Acreditar que três pastorinhos viram alguém que, para mim, não existe é algo de absurdo. Imagino se eu andasse a espalhar que tinha visto Jesus ou Deus ou alguma santa, era apelidado de maluco… Não quero com isto criticar a fé ou a crença de ninguém, só estou a expor o meu raciocínio, a exercer o meu direito à minha liberdade de expressão. Como já deixei de conseguir ser agnóstico, não acredito em nada de religioso. Acho que a religião é uma fuga fácil, um escape à dura realidade por dois motivos. Primeiro porque ainda não conseguimos com a ciência explicar tudo, como por exemplo, explicar a nossa existência, explicar a nossa razão de viver e a religião preenche esse vazio existencial. Segundo, ajuda pensarmos que no fim de uma vida de sofrimento vamos ter paz numa existência eterna. Eu não sou contra a religião, sou apenas contra a hipocrisia daqueles que em nome de algo divino enganam os outros, fazem guerras, enriquecem em nome de Deus. Sou contra aqueles que hipocritamente cumprem todos os ritos e cultos religiosos, vão à missa ouvir as palavras do Senhor deles e cá fora não passam de escumalha da sociedade… sim, sou contra esses, revoltam-me, enojam-me… Não seria contra nada disso se as pessoas praticasse aquilo que apregoam e aprendem nos serviços religiosos, seria, certamente, um mundo mais justo e melhor para eles e para todos, não acham? Não acredito em milagres, mas acredito que as pessoas com força de vontade se possam “curar”, não é milagre, é força de vontade e, nisso, apoio a religião porque quando bem praticada dá ao verdadeiro crente esta força de vontade interior que o ajuda a superar muita coisa. Correndo o risco de ser mal interpretado, não gosto do papa, nem deste nem de nenhum, porque vivem rodeados de luxo enquanto muito do seu rebanho vive na miséria e a passar dificuldades. Digam-me, se Deus existisse e fosso tudo como na doutrina deles isto aconteceria? Claro que não. A muita injustiça que testemunho no mundo é o que me faz não acreditar, se Deus existisse não havia sofrimento, muito menos em crianças, os seres mais inocentes de nós… E a pedofilia dos padres? Dos próprios “mensageiros da palavra divina”… Não quero com isto estereotipar, sei que não são todos iguais, sei que há padres no verdadeiro sentido da palavra e, a esses dou os parabéns porque os aprecio, não na filosofia. mas nas relações pessoais com os semelhantes, ajudando-os. Um exemplo de algo que acho errado, aconteceu na igreja matriz da cidade onde vivo, como conseguem gastar uma fortuna numa porta para uma igreja quando há pessoas a passar fome e a precisar deles? Acho contraditório… mas é a minha opinião… Admiro a pessoa que foi Madre Teresa de Calcutá, essa sim, em nome de algo, ajudou muita gente, no meio deles, era igual a eles mas ajudou muita gente, vivia para ajudar o próximo, não como esses papas, padres bispos e afins… A religião tornou-se num negócio. O que importa são os nossos actos perante nós e os outros e não aquilo em que acreditamos.

se todos os que nela acreditam, seguissem os seus ideais...

“A religião é o ópio do povo.”

Karl Marx

“A crença em Deus subsiste devido ao desejo de um pai protetor e imortalidade, ou como um ópio contra a miséria e sofrimento da existência humana.”

Sigmund Freud

 
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Publicado por em 13 de Maio de 2011 em religião

 

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Páscoa

http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa

Embora eu seja ateu, acredito que a religião tenha um papel fundamental na sociedade. Todos os anos pela Páscoa me lembro daqueles fanáticos que, por exemplo nas Filipinas, se auto-flagela em nome de um Deus em que acreditam. Para mim não passa de “masoquismo religioso”. Não entendo o que os leva a crer que o Deus em que acreditam espere deles dor e sofrimento. Não entendo porque Deus, não interessa de qual religião, devia ser um símbolo de amor e felicidade e nunca de dor e sofrimento. Qual a lógica de termos de sofrer em vida para sermos felizes na morte, eternamente? Não entendo a religião, muito menos sofrimento, dor e guerras em nome da religião…

Mesmo assim, quero aproveitar para desejar uma boa e feliz Páscoa a todos vós.

 
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Publicado por em 22 de Abril de 2011 em páscoa, religião

 

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