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Arquivo de etiquetas: tristeza

difícil adeus

Adeus pode ser a palavra mais difícil que podemos ter de dizer a alguém. O adeus é o inferno em vez do paraíso, é a ausência em vez da presença, é o vazio em vez do preenchimento. é a infelicidade em vez da felicidade, é a saudade em vez do amor… É a tormenta da falta daquele amor, daquele abraço, daquele beijo, daquela pessoa tão especial, da alma que está entrelaçada à nossa e que nos custa tanto deixar ir porque leva com ela a nossa própria essência.

James Blunt – Goodbye My Lover

Did I disappoint you or let you down?
Should I be feeling guilty or let the judges frown?
‘Cause I saw the end before we’d begun,
Yes I saw you were blinded and I knew I had won.
So I took what’s mine by eternal right.
Took your soul out into the night.
It may be over but it won’t stop there,
I am here for you if you’d only care.
You touched my heart you touched my soul.
You changed my life and all my goals.
And love is blind and that I knew when,
My heart was blinded by you.
I’ve kissed your lips and held your hand.
Shared your dreams and shared your bed.
I know you well, I know your smell.
I’ve been addicted to you.

[x2]
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

I am a dreamer and when I wake,
You can’t break my spirit – it’s my dreams you take.
And as you move on, remember me,
Remember us and all we used to be
I’ve seen you cry, I’ve seen you smile.
I’ve watched you sleeping for a while.
I’d be the father of your child.
I’d spend a lifetime with you.
I know your fears and you know mine.
We’ve had our doubts but now we’re fine,
And I love you, I swear that’s true.
I cannot live without you.

[x2]
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

And I still hold your hand in mine.
In mine when I’m asleep.
And I will bare my soul in time,
When I’m kneeling at your feet.
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.

I’m so hollow, baby, I’m so hollow.
I’m so, I’m so, I’m so hollow.
I’m so hollow, baby, I’m so hollow.
I’m so, I’m so, I’m so hollow.


 
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Publicado por em 18 de Abril de 2012 em amor, ausência, tristeza, vida

 

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lágrimas #11

Ainda tenho muitos destes dias em que tudo é saudade, cada gesto, cada aroma, cada cor me transporta para o que já foi, para o que já acabou. E esta saudade mata-me, este desejo constante de ti, do teu amor, do teu toque, do teu abraço, do teu calor, do teu corpo, do teu aroma, de tudo o que eras para mim transforma-se em sofrimento, em dor e angústia. E tudo dentro de mim cresce, intensifica-se e este sofrimento toma conta de meu ser, transborda em lágrimas que derramam incontroláveis dos meus olhos mortos, sem vida nem brilho. Se, pelo menos, cada lágrima levasse definitivamente cada mágoa, cada dor, cada sofrimento…

 

 
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Publicado por em 6 de Abril de 2012 em amor, lágrima, saudade, sofrimento, tristeza

 

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olhar #2

E os meus olhos serenos, enigmáticos
Meninos que na estrada andam perdidos,
Dolorosos, tristíssimos, extáticos,
São letras de poemas nunca lidos…

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

 
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Publicado por em 31 de Março de 2012 em alma, olhos, tristeza

 

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(in)felicidade #3

Desejava ser possível

juntar toda esta tristeza

pintá-la numa tela

contá-la num conto

cantá-la numa melodia

escrevê-la numa prosa

rimá-la numa poesia

chorá-la numa lágrima

dissolvê-la no mar

e, que ela simplesmente

passasse…

 
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Publicado por em 20 de Março de 2012 em dor, eu, lágrima, sofrimento, tristeza

 

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(in)felicidade III

Tristeza

Nos dias de tristeza, quando alguém
Nos pergunta, baixinho, o que é que temos,
Às vezes, nem sequer nós respondemos:
Faz-nos mal a pergunta, em vez de bem.

Nos dias dolorosos e supremos,
Sabe-se lá donde a tristeza vem?!…
Calamo-nos. Pedimos que ninguém
Pergunte pelo mal de que sofremos…

Mas, quem é livre de contradições?!
Quem pode ler em nossos corações?!…
Ó mistério, que em toda parte existes…

Pois, haverá desgosto mais profundo
Do que este de não se ter alguém no mundo
Que nos pergunte por que estamos tristes?!

Virgínia Vitorino

Vivemos contradições constantes, por um lado é muito mau falarmos em algo que nos faz mal, por outro lado também é mau sentirmos que não temos ninguém que se preocupe connosco ao ponto de nos perguntarem o que se passa connosco. Só o facto de alguém se preocupar, mesmo que não falemos do assunto, já é bom.

 
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Publicado por em 16 de Setembro de 2011 em poesia, sofrimento, solidão, tristeza, vida, Virgínia Vitorino

 

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(in)felicidade II

Tristêza

O sol do outomno, as folhas a cair,
A minha voz baixinho soluçando,
Os meus olhos, em lagrimas, beijando
A terra, e o meu espirito a sorrir…

Eis como a minha vida vae passando
Em frente ao seu Phantasma… E fico a ouvir
Silencios da minh’alma e o resurgir
De mortos que me fôram sepultando…

E fico mudo, extatico, parado
E quasi sem sentidos, mergulhando
Na minha viva e funda intimidade…

Só a longinqua estrela em mim actua…
Sou rocha harmoniosa á luz da lua,
Petreficada esphinge de saudade…

Teixeira de Pascoaes, in ‘Elegias’

 
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Publicado por em 16 de Setembro de 2011 em alma, poesia, Teixeira de Pascoaes, tristeza, vida

 

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alma XXXIX

“A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada.”

Jean Jacques Rousseau

As dores da alma são bem mais profundas, quando prolongadas destroem a alma e levam o corpo de arrasto para aquela armadilha de solidão e sofrimento do qual às vezes se torna impossível escapar…

 
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Publicado por em 24 de Agosto de 2011 em alma, Jean Jacques Rousseau, tempo, tristeza

 

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tempo VIII

“Sobre as asas do tempo, a tristeza vai-se embora.”

Jean de La Fontaine

Está difícil de ser verdade, mas espero que o tempo leve toda esta tristeza que ainda está no meu ser…

 
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Publicado por em 24 de Agosto de 2011 em jean de la fontaine, tempo, tristeza, vida

 

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vida triste… II

triste viver assim

na incerteza de te ter

na certeza de não te ter

 
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Publicado por em 13 de Agosto de 2011 em alma, amor, tristeza, vida

 

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vida triste…

vida triste:

querer a tua voz mas ter o teu silêncio

querer a tua presença e ter a tua ausência

querer a luz dos teus olhos e ter a escuridão da tua distância

querer o calor do teu corpo e ter a frieza do teu vazio

querer a doçura dos teus beijos da tua e ter a amargura do adeus da tua boca

querer o teu tudo e ter o teu nada

querer o conforto do teu abraço e ter o desconforto do vácuo

querer ter vida e ter apenas existência morta

querer-te e não te ter

tristeza, viver assim

triste querer o sonho de te ter e ter o pesadelo de não te ter...

 
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Publicado por em 13 de Agosto de 2011 em alma, amor, tristeza, vida

 

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felicidade VIII

“A felicidade de cada indivíduo funda-se na desgraça de alguns outros; o interesse e a comunidade de uns exigem as privações e a infelicidade dos outros.”

Ivan Turgueniev

Sem dúvida que em todas, ou quase todas, situações a felicidade de alguém implica a infelicidade de outro alguém. É assim o mundo, é assim a vida. Talvez seja injusta esta imposição, este preço de ser feliz, a infelicidade de outra pessoa. Algum dia tem de chegar o meu dia, estou farto de ser infeliz, também tenho esse direito, o direito à felicidade…

 
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Publicado por em 5 de Agosto de 2011 em felicidade, mundo, tristeza, vida

 

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eu XXIII

“A tristeza do olhar
A dor dentro de mim
A vontade de chorar
Ninguém sofre assim

Império dos sentados – Longe de ti

 
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Publicado por em 31 de Julho de 2011 em dor, lágrima, tristeza

 

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dia triste

Hoje é um dia triste, e não só para mim. Aniversário de algo que já acabou e ainda é celebrado. Gostava de ter o poder de dar felicidade a toda a gente. Isto não me sai da cabeça, sonhei ter festejado este dia. Porque o meu cérebro insiste em martirizar-me? Não entendo, continuo a ser o meu pior inimigo…

gostava que pelo menos tu estivesses feliz

 
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Publicado por em 15 de Julho de 2011 em tristeza

 

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triste olhar…

A ti, que vejo quase todos os dias. A ti, que não tens voz mas tens olhar. A ti, que só tens a companhia da solidão dos teus pensamentos. O teu olhar fala comigo, mostra a essência da tua alma, e, apesar de não falares, adivinho os teus sentimentos. Revejo o teu olhar no meu, cada vez que olho o espelho. Adivinho o que alma mostra através dos teus olhos. Embora não chores, consigo ver as lágrimas que te escorrem pela face marcada pela tristeza. Vejo no teu olhar uma angústia enorme, uma tristeza cortante, uma solidão agoniante, uma dor dominante. Vejo no teu olhar uma alma dilacerada por desilusões, pela falta de fé em tudo. Vejo um único desejo, o desejo da morte. Custa-me sentir o teu olhar, reviver cada sentimento, cada emoção que nos teus olhos transparece. Dói-me a alma cada vez que sinto a morte no teu olhar. Sinto que, tal como eu, te privas de contacto com os outros, vê-se o medo que tens atrás dessa concha. É incrível conseguir “ouvir” os pedidos de ajuda silenciosos, mas oiço-os num silencio ensurdecedor que domina o teu redor. Vejo, em ti, a alma sofredora, os fantasmas todos que me assombram. Vivemos numa paz exterior e fictícia rodeado de guerras internas. A ti, que não conheço, te desejo a paz que qualquer ser merece…

 

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eu XX

Hoje estou chateado, continuo no meu ciclo vicioso, um dia triste e um dia chateado. Não sei mais o que fazer para quebrar esta rotina de sentimentos. Há dias em que me odeio e há dias em que odeio o resto do mundo. Hoje estou nos dias em que odeio o mundo inteiro. Os dias em que me odeio são mais fáceis, é mais fácil odiarmos o nosso eu do que o mundo inteiro. Algo queima as minhas entranhas, algo arde dentro de mim, num fogo pequeno mas constante que me atormenta, que me rouba ao mundo, que me afasta do universo. Porque insisto nas minhas guerras, conflitos internos comigo mesmo ou conflitos externos contra o universo. Afinal que culpa tem o universo? Que culpa tem o mundo? Verdadeiramente nenhuma culpa. A culpa é minha, só minha de ter mergulhado nesta espiral. O mundo não tem culpa da minha depressão, da minha solidão, muito menos da minha existência. Resta-me ir coexistindo com o resto do universo e, tentar que essa coexistência seja pelo menos pacífica, enquanto não for, no mínimo, agradável…

 
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Publicado por em 13 de Julho de 2011 em eu, tristeza

 

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